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COVID-19: A Alimentação dos idosos deve ser diferente!

Deve ser a alimentação dos idosos diferente?

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Os idosos são o grupo que apresenta maior risco de doença grave por COVID-19. Segundo a Direção Geral de Saúde, um pior estado  nutricional associa-se a um pior prognóstico e a um risco aumentado de complicações em caso de doença aguda e, consequentemente, está associada a um maior risco de mortalidade.

Como tal, a alimentação dos idosos merece uma atenção especial.

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Estas são as orientações para a população mais idosa:

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• Diariamente devem ser consumidas duas porções de leite ou derivados (1 porção de leite = 240ml), nas refeições intercalares.

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• Devem ser consumidas 2 a 3 porções de fruta por dia (1 porção = 1 peça de fruta média).

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• Devem ser consumidas leguminosas (por ex. feijão, grão, ervilhas, lentilhas…) pelo menos 3 vezes por semana, por exemplo através da sua adição à sopa.

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• A sopa de hortícolas deve estar presente nas duas refeições diárias. Uma importante fonte de vitaminas e minerais e que pode contribuir para otimizar o estado de hidratação.

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• Deve ser incentivado o consumo de carne, pescado e ovos nas duas refeições principais (1 porção por refeição), de modo a assegurar uma ingestão proteica adequada, sendo que o peixe gordo deve consumido com uma frequência de 2 vezes por semana.

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• O incentivo ao consumo de frutos oleaginosos (por ex. amêndoas, nozes…), para aqueles que não apresentam dificuldades de mastigação deve ser também considerado (1 a 3 vezes por semana).

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• Considerando a diminuição do apetite que é comum nesta faixa etária e a alteração do paladar, devem ser promovidas refeições frequentes ao longo dia e de menor volume (cerca de 5 a 6 refeições).

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• A quantidade diária deve variar entre 1,5 a 2 litros de água, no mínimo, o que equivale a cerca de 8 copos de água.

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Vitamina D: se a não for suficiente a proveniente da alimentação, para garantir o aporte necessário de vitamina D, sobretudo em indivíduos idosos cuja exposição solar seja baixa ou nula, será importante que os idosos possam, dentro das medidas de isolamento necessárias, ter alguns minutos de exposição solar diária. Neste caso, cerca de 20 minutos por dia, pelo menos na face, antebraços e mãos, entre as 12 e as 16 horas.

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Autoria:
Rúben Pinheiro
Nutricionista Clínica NirvanaMED

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Leia mais sobre o papel da nutrição face ao combate ao novo coronavírus COVID-19:

Saiba como se alimentar durante a quarentena

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O outono e o inverno são épocas propícias a resfriados, gripes e constipações. Contudo, deparamo-nos agora com uma nova estripe de coronavírus – o Covid-19 – que já toda a gente conhece e ninguém lhe fica indiferente.

No momento conturbado que vivemos, em que pouco podemos programar para o futuro, são muitas as pessoas que são engolidas pelo medo, pelo pânico e pela ansiedade que as notícias provocam, anunciando a propagação rápida do vírus.

Um dos efeitos que já verificamos é a correria aos supermercados e a compra massiva de produtos alimentares, entre outros. É, no entanto, muito importante prestar atenção aos nossos comportamentos e não nos colocarmos na posição de reféns deste vírus.

A preocupação é geral e parece fazer com que as pessoas queiram ter tudo, custe o que custar, sem pensar conscientemente no que realmente precisam.

Neste sentido, elaboramos este artigo para ajudar os nossos seguidores a elaborar uma lista de compras consciente, a utilizar na próxima ida ao supermercado. O objetivo é trazer alimentos que permitam uma alimentação equilibrada durante o tempo de quarentena, com alimentos que potenciem o aumento da imunidade de forma natural.

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Elabore a sua lista de compras sem esquecer:

1. Frutas cítricas

Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolos, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.
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2. Vegetais verdes escuros
Alimentos como brócolos, couve, espinafre são ricos em ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo, e também pode ser encontrado no feijão, cogumelos e a carne de fígado.
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3. Alimentos ricos em zinco
Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico.
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4. Oleaginosas
Além de zinco, as nozes, castanhas, amêndoas e óleos vegetais (de girassol, gérmen de trigo e milho) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica derivado da idade.
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5. Tomate
Rico em licopeno, o tomate é um forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo. Esses compostos aceleram o envelhecimento celular e deixam o corpo mais propício a desenvolver doenças.
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6. Alimentos fonte de ómega-3
O ómega 3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.
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7. Fontes de antioxidantes
A castanha-do-Pará e cogumelos contêm selénio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo.
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8. Gengibre
Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai ajudar a tratar inflamações da garganta e auxiliar nas defesas do organismo.
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9. Pimenta
A pimenta é fonte de betacaroneto, substância que se transforma em vitamina A, nutriente que protege o organismo de infeções.
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10. Iogurte
O consumo regular de iogurte ajuda a recompor as bactérias benéficas da flora intestinal – chamadas probióticos. Essas bactérias têm um papel fundamental para expulsar do organismo as bactérias “ruins”. Esses microrganismos contribuem para aumentar a imunidade. O intestino saudável é capaz de separar o que não nos faz bem e absorver os principais micronutrientes, como as vitaminas.
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11. Alho
O alho, além de trazer um sabor delicioso para os mais diversos pratos, reduz e ajuda a diluir o muco nos pulmões, sendo eficaz contra tosse persistente e bronquite. Por ser rico em vitamina A, C e E, o alho torna-se um forte aliado para reforçar o sistema imunológico.
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12. Cebola
A cebola é rica em substâncias anti-inflamatórias, antivirais, antiparasitárias, antibacterianas e antifúngicas, como a alicina, que ainda reduz o risco de alguns tipos de câncer, como o de boca, laringe, esôfago, cólon, mamas, ovário e rins. Por isso, é um ótimo remédio para afastar gripes, resfriados e infecções em geral.
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13. Própolis
O própolis contém proteínas e compostos com capacidade de alterar e regular o sistema imunológico, além dos benefícios de ser antibacteriano e antiviral. O própolis ativa os passos iniciais da resposta imune estimulando receptores específicos e a produção de citocinas, que modulam os mecanismos da imunidade.
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14. Óleo de coco
O ácido láurico e o ácido cáprico, presentes no óleo de coco, tem a propriedade de modular o sistema imunológico, agindo contra fungos, vírus e bactérias. Além disso, uma forma indireta de ele contribuir com a imunidade está na melhora do trabalho do intestino ao eliminar as bactérias ruins.
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Relembramos a importância de permanecer em isolamento social, restringindo as suas saídas unicamente ao essencial e com os devidos cuidados, tal como recomenda a Direção Geral de Saúde.
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Se quiser ver mais artigos que abordam o reforço imunitário, espreite aqui:
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Aromaterapia I

Aromaterapia II

Nutrição

 

Clínica NirvanaMED

Como a nutrição pode ajudar a combater o Coronavírus?

Os Coronavírus são uma família de vírus que tem causado o alarme da saúde mundial. E estes vírus podem causar doença no ser humano.

A infeção pode ser semelhante a uma gripe comum ou apresentar-se como doença mais grave, como pneumonia.

Contudo há hábitos simples que podem fazer toda a diferença.

O que comemos influencia a nossa saúde, reflete-se na imunidade, diminui as chances de ficar doente e ajuda na recuperação.

O sistema imunológico do nosso corpo tem uma série de reações bioquímicas que dependem de minerais específicos, vitaminas e aminoácidos.

Uma dieta pobre e incompleta pode não oferecer os nutrientes necessários e as células de defesa de nosso corpo acabam ficando menos eficientes.

Uma das maneiras de enriquecer a nossa dieta e o aporte de vitaminas e minerais essenciais ao nosso sistema imunológico é tomar chá diariamente.

Vamos destacar 2 tipos de chás que quando ingeridos no nosso dia-a-dia vão ajudar a resistir a este vírus da atualidade ou caso até tenhamos o COVID-19 possamos rapidamente combater todos os sintomas e restabelecer a nossa saúde.

O primeiro chá é o de limão.

Isto porque o limão, entre muitas propriedades ele protege o nosso organismo.

A composição do limão é rica em vitamina C, tiamina, riboflavina, fósforo, silício, cálcio e ferro.

Esses nutrientes são potenciais fortalecedores do sistema imunitário.

Logo, beber água com limão ajuda a proteger o corpo da ação de vírus e bactérias nocivos, como os que causam gripes e constipações.

O segundo chá é o de eucalipto.

O chá de eucalipto tem várias vantagens, considerando que o chá de eucalipto ajuda a resolver problemas respiratórios, e visto que a tosse ocorre devido a uma irritação das vias respiratórias, o seu consumo é aconselhado nesta situação, assim como em casos de rouquidão ou para baixar a febre.

Graças às propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias desta planta, o chá de eucalipto pode ajudar a inibir a reprodução e o desenvolvimento de bactérias, fungos e vírus como o caso do Covid-19. O seu consumo deve ser utilizado quer para tratamento quer para prevenção.

Uma dieta adequada e equilibrada preenche toda as necessidades nutricionais do nosso corpo, dando ao nosso organismo ferramentas para reparo, manutenção, realização dos processos vitais, crescimento e desenvolvimento.

Ela deve incluir energia e todos os nutrientes em quantidades apropriadas e em proporção entre si.

A falta de algum nutriente pode prejudicar todo o funcionamento adequado de processos vitais para nosso corpo.

Cuide da sua saúde, previna-se desde já melhorando a sua alimentação.

 

Autoria:
Rúben Pinheiro
Nutricionista

O Caos de uma Baixa Imunidade

 

A relação da medicina energética e convencional para o reforço da imunidade

Para entendermos um pouco melhor sobre o que é o Reforço da Imunidade é necessário compreender as ligações que tem com o nosso corpo, segundo a medicina energética e convencional. A imunidade consiste num conjunto de mecanismos que defendem o nosso corpo contra invasões vindas do exterior. Ou seja, é criada uma barreira que nos protegem de ataques de vírus e bactérias. Por isso, é importante conhecer o que nos faz ter uma baixa imunidade e como é que a medicina energética consegue melhorar gradualmente o nosso estado de saúde, como também diminuir a utilização de medicamentos.

Tendo em conta a medicina chinesa, existem dois órgãos que são responsáveis pela imunidade, o Rim e o Pulmão.

O Rim é o nosso órgão ligado à energia vital e pela formação de defesas no nosso corpo. O Pulmão é o nosso órgão que fornece energia ao Rim, logo se este não estiver num bom estado, irá comprometer a imunidade e o Rim.

 

Mas e como sabemos se o nosso Pulmão ou Rim não está num estado energético?
Em que pontos prejudica na nossa vida e como prevenir?

Estados de tristeza prolongados, afeta o Pulmão e o stress, o MEDO e o excesso de práticas desportivas afetam o Rim. Quem vive na permanência nestes estilos de vida irá comprometer a imunidade e os sintomas são de fácil perceção. Normalmente, os sintomas são a constipação, o pingo no nariz, dores na zona lombar e/ou joelhos, uma tez pálida, cansaço persistente… podendo originar problemas mais graves como alergias e doenças autoimunes.

Sabendo isto, a Medicina Tradicional Chinesa e a meditação ajudam a elevar os níveis energéticos. Também na aromaterapia e numa alimentação rica em proteínas, alguns picantes e salgados ajudam no reforço da imunidade, mas de preferência comidas quentes ou mornas. Andar bem agasalhados em épocas mais resfriadas, também ajuda a prevenir.

Reforço Imunitário por terapias complementares precisa de seu tempo para adquirir os hábitos e competências necessárias para a melhoria e qualidade de vida, mas não deve ser descurada.

 

Autoria:
Daniel Pinto
Estudante de Medicinas Complementares – CESPU

A Nutrição e na Doença Oncológica

 

A Nutrição na Doença Oncológica

Todos os dias fazemos escolhas alimentares das quais determinam em grande parte se promovemos a nossa saúde ou doença.
A alimentação assume um papel particularmente importante no cancro, podendo constituir um fator protetor ou de risco.

Certamente, já ouviu falar de alimentos que ajudam a prevenir o cancro, ajudam a remover substâncias cancerígenas e podem inibir o crescimento de células malignas, mas o certo é que não existe uma fórmula chave.
Existe sim um equilíbrio que certamente resulta em ganhos de qualidade de vida.
A relação entre o cancro e a alimentação mediterrânea é amplamente estudada e existe já evidência que comprova os seus benefícios.

Em Portugal, o cancro colorretal surge como o principal agressor para ambos os sexos a seguir ao cancro da mama nas mulheres e ao cancro da próstata nos homens.

relação entre os maus hábitos alimentares e as doenças crónicas está atualmente bem estabelecida.
Não restam dúvidas de que quer a incidência, quer a prevalência de doenças cardiovasculares, cancro e diabetes é muito superior na pessoa obesa e/ou sedentária.
Para comprovar tal efeito, o European Prospective Investigation Into Cancer and Nutrition (EPIC) analisou a relação entre o estilo de vida, a ingestão calórica diária, o comportamento alimentar e a incidência de cancro e chegou à conclusão que existe uma
forte relação entre eles.
Apesar de ser público que vários alimentos aumentam o risco de desenvolver determinadas patologias, subsiste uma indiferença generalizada.

Num dado momento as evidências vêm a publico, tornam-se virais, mas momentos depois são esquecidas e a maioria da população mantém os seus hábitos alimentares, comummente desequilibrados.É necessário agir neste sentido e criar formas de prevenção realmente eficazes e que surtam verdadeiro efeito na população.
Para tal, a população tem de se consciencializar que a alimentação saudável não é para hoje, amanhã e para o próximo mês, porque queremos chegar ao verão com menos quilos.

Marque uma consulta com o nosso nutricionista, e saiba como pode ganhar hábitos alimentares saudáveis, ganhando assim qualidade de vida e prevenindo este tipo de doenças que tanto assolam a nossa sociedade atualmente.

ruben
Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)

O impacto da alimentação no seu coração!

Diariamente tomamos decisões que determinam a nossa Saúde e em particular a saúde do coração. Os alimentos que ingerimos determinam a qualidade da nossa energia, e uma adequada escolha de alimentos permite manter o nosso coração saudável.

Atualmente, em Portugal e um pouco por todo o mundo, as doenças cardiovasculares representam as principais causas de morte, daí que a importância da alimentação que fazemos e do estilo de vida que levamos tem, cada vez mais, um papel prioritário.

Assim torna-se urgente controlar os fatores de risco, como o colesterol e a tensão arterial elevados, através da redução de gordura e sal das refeições que fazemos ao longo do dia. Também o ajuste do peso corporal é essencial, eliminando a gordura em excesso que se acumula principalmente na zona abdominal – a chamada gordura visceral – que envolve o coração, impedindo-o de funcionar livremente.

De modo a contrariar essa tendência, deve aumentar o consumo dos alimentos tais como legumes, vegetais e fruta, que além de terem um papel fundamental na saúde do coração, ajudam a controlar o apetite e a equilibrar a função intestinal. Pelo contrário, deve evitar os alimentos ricos em gordura, como os produtos de charcutaria e salsicharia, e preferir o peixe e as carnes magras. Os produtos de pastelaria e doçaria podem ter o seu lugar apenas em ocasiões festivas, tal como os refrigerantes e as bebidas alcoólicas. No seu dia-a-dia prefira sempre água!

Também a confeção dos alimentos deve ser feita com pouca gordura, dando preferência ao azeite, evitando os temperos concentrados devido ao elevado teor de sal e gordura. Aprenda a utilizar os legumes e as ervas aromáticas como temperos e tornar as suas refeições muito saborosas!

Por fim, aumente a sua atividade física! A prática regular de exercício físico, além de baixar a tensão arterial e os níveis de colesterol no sangue, ajuda a controlar o apetite e consequentemente o peso.

Faça uma alimentação saudável e dê vida ao seu coração!

 

ruben
Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)

 

Dia Nacional da Luta Contra a Obesidade

Nos últimos tempos a obesidade apresenta-se como uma das principais epidemias na sociedade moderna. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade é uma doença crónica que constitui um problema grave para a saúde pública, tendo aumentado a sua prevalência em crianças e adolescentes.

A OMS diz que um em cada dez rapazes de 11 anos é obeso e com maior probabilidade de contrair diabetes tipo 2, asma, problemas de sono, problemas músculo-esqueléticos e doenças cardíacas, além de dificuldades na escola, problemas psicológicos e isolamento social.

Portugal é dos países europeus com mais excesso de peso infantil.

Estima-se que em 2020 a obesidade afete 21% dos portugueses e 22% das portuguesas, valores que sobem em 2030 para 27% e 26%, respetivamente. Portugal está entre os países com piores indicadores de saúde: aos 11 anos, 32% das crianças têm peso a mais. A médio prazo é expectável que 30% a 50% das crianças se tornem obesas na idade adulta. A faixa etária não pode ser desvalorizada quando falamos de obesidade. Com o envelhecimento da população a prevalência da obesidade aumenta.

 

A obesidade, atualmente, é um dos fatores de risco com maior impacto em inúmeras patologias presentes na sociedade, nomeadamente, as doenças cardiovasculares: a doença das artérias coronárias, a insuficiência cardíaca, o enfarte do miocárdio, a disfunção ventricular, arritmias cardíacas, diabetes tipo II, alguns tipos de cancro, dislipidemia, entre muitas outras. Para além das doenças mencionadas, a obesidade também aumenta as complicações para a saúde como, por exemplo, uma perceção de bem-estar e qualidade de vida debilitada.

O sofrimento psicológico é um dos efeitos mais preocupantes que a obesidade manifesta, principalmente na adolescência devido as transformações biopsicossociais desta fase de desenvolvimento, sendo determinante no aparecimento de perturbações que podem afetar o quotidiano. Nestas perturbações incluem-se as de natureza emocional, como a depressão e ansiedade, frequentemente associadas à ingestão excessiva de alimentos, automutilações e tentativas de suicídios, comportamentos de risco ao nível do abuso de substâncias e do comportamento alimentar, como sejam dietas altamente restritivas, bulimia e fraca qualidade de vida.

É preciso intervir o quanto antes para combater esta epidemia e sensibilizar para todos os problemas associados à obesidade e excesso de peso, entre os quais se destacam as doenças cardiovasculares e diabetes mellitus. Entre as principais causas para os elevados níveis de obesidade estão: maus hábitos alimentares, pouca atividade física e comportamentos sedentários.

Assim, a alimentação e o exercício físico são primordiais na resolução de problemas de obesidade, independentemente da idade. Por isso é importante pensar seriamente nestas duas questões e fazer alguma coisa para promovermos a saúde pública.

É necessário intervir com equipas multidisciplinares no âmbito da modificação comportamental, do aconselhamento nutricional e da prática de atividade física e exercício físico. É necessário adotar um estilo de vida saudável, para além da perda de peso que, por si, trará inúmeros benefícios para a saúde e para o bem-estar individual.

Com este acompanhamento conseguimos intervir em todas as áreas fulcrais da saúde, sendo necessário definir metas razoáveis e reais a longo prazo para que esta doença deixe de ser crónica e consigamos ter uma vida mais saudável.

 

Com os melhores cumprimentos,

ruben
Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)

O impacto da alimentação no seu coração!

Diariamente tomamos decisões que determinam a nossa Saúde e em particular a saúde do coração. Os alimentos que ingerimos determinam a qualidade da nossa energia, e uma adequada escolha de alimentos permite manter o nosso coração saudável.

Atualmente, em Portugal e um pouco por todo o mundo, as doenças cardiovasculares representam as principais causas de morte, daí que a importância da alimentação que fazemos e do estilo de vida que levamos tem, cada vez mais, um papel prioritário.

Assim torna-se urgente controlar os fatores de risco, como o colesterol e a tensão arterial elevados, através da redução de gordura e sal das refeições que fazemos ao longo do dia. Também o ajuste do peso corporal é essencial, eliminando a gordura em excesso que se acumula principalmente na zona abdominal – a chamada gordura visceral – que envolve o coração, impedindo-o de funcionar livremente.

De modo a contrariar essa tendência, deve aumentar o consumo dos alimentos tais como legumes, vegetais e fruta, que além de terem um papel fundamental na saúde do coração, ajudam a controlar o apetite e a equilibrar a função intestinal. Pelo contrário, deve evitar os alimentos ricos em gordura, como os produtos de charcutaria e salsicharia, e preferir o peixe e as carnes magras. Os produtos de pastelaria e doçaria podem ter o seu lugar apenas em ocasiões festivas, tal como os refrigerantes e as bebidas alcoólicas. No seu dia-a-dia prefira sempre água!

Também a confeção dos alimentos deve ser feita com pouca gordura, dando preferência ao azeite, evitando os temperos concentrados devido ao elevado teor de sal e gordura. Aprenda a utilizar os legumes e as ervas aromáticas como temperos e tornar as suas refeições muito saborosas!

Por fim, aumente a sua atividade física! A prática regular de exercício físico, além de baixar a tensão arterial e os níveis de colesterol no sangue, ajuda a controlar o apetite e consequentemente o peso.

Faça uma alimentação saudável e dê vida ao seu coração!

ruben
Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)