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Para que serve a Hipnose Clínica?

Está cada vez mais divulgada e acessível, mas a hipnose ainda é frequentemente vista nos dias de hoje como algo espetacular, mágico, perigoso até, com base na convicção de que a pessoa fica adormecida, inconsciente, à mercê da vontade do hipnotizador.
Ainda com muitas ideias erróneas e mitos associadas, a hipnose não é mais do que um estado alterado da consciência ou percepção, derivado do afunilamento da atenção – transe hipnótico – frequentemente (mas não necessariamente) com base num profundo e agradável relaxamento.
Reconhece aquela sensação de estar tão absorvido no que está a fazer que parece que tudo à volta “desapareceu”? Naturalmente, no nosso dia-a-dia são vários os momentos em que todos nós experienciamos algum tipo de estado ou transe hipnótico em que permitimos à nossa mente vaguear ou “sonhar-acordada”.
Ficamos interiormente concentrados de tal forma que nos “desligamos” do que se passa no exterior: é o caso da condução em autoestrada, sem que tenhamos consciência do percurso realizado “em automático” ou o estar de tal forma absorto num livro ou mesmo em pensamentos, que não nos apercebemos de algo que está a acontecer ao nosso lado ou ainda aquele momento “vai/não vai” pouco antes do adormecer.
A hipnose refere-se a um estado alterado de consciência, que se atinge geralmente através da combinação da imaginação e da concentração da atenção e do desejo de envolvimento, disponibilizando-nos para imaginar determinadas situações e reagir-lhes emocionalmente, mesmo sabendo que não são reais (tal como nos emocionamos com um filme, representado num ecrã, se nos deixarmos envolver na sua história).

Também para vencer fobias

É um fenómeno natural, mas pode ser procurado, induzido, deixando-nos de facto susceptíveis à sugestão do indutor, se tivermos essa disponibilidade.
Em hipnoterapia este estado é induzido com uma finalidade terapêutica, de especial utilidade em modificações comportamentais desejadas, como deixar de fumar, para o controlo de peso, para gestão emocional e controlo da ansiedade, como no caso das fobias e pânico, em situações físicas de mal-estar e doença e controle de sintomas como a dor crónica ou ainda numa perspetiva de desenvolvimento pessoal e de fortalecimento do ego e autoconfiança.
Em ambiente de consultório, num contexto de confiança e confidencialidade, o transe hipnótico é induzido pelo terapeuta, levando a pessoa a uma concentração profunda no que está a ser dito, tornando-a assim recetiva às sugestões, desejadas e previamente acordadas em função do objetivo pretendido, sem no entanto perder o controlo da situação.
Isto pode ser feito com recurso a um conjunto de técnicas disponíveis, que incluem por exemplo a regressão de memória – recordação/revivência de experiências passadas – e a dissociação – que favorece a utilização do consciente enquanto observador objetivo da mente subconsciente.
Mas a sua utilização não está limitada ao gabinete e às sessões agendadas: com a ajuda do terapeuta poderá também aprender a fazer auto-hipnose – entrar sozinho nesse estado e a dar-se a si mesmo sugestões positivas, benéficas e desejáveis para si.

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Seja Feliz! Tenha a vida que sempre quis!
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António Ribeiro

Fundador da NirvanaMED, Hipnoterapeuta, Life & Mental Coach
antonio.ribeiro@nirvanamed.pt
935 330 914

Surrealistic portrait front with cut out profile of woman. Isolated on white background.

Ninguém é por acaso

Ninguém é por acaso. Vamo-nos construindo como pessoas aos poucos, como se fôssemos um grande mosaico, cujo as pequenas peças foram colocadas em fases diferentes da nossa vida.

A pessoa que nos tornamos está interligada a todas as imagens, a todos os gestos, palavras que nos foram ditas, mostradas ao longo da nossa vida, de modo que fica muito difícil responder à questão “quem sou eu?”, sem nos recordarmos de todas as experiências que vivemos. Muitas dessas experiências são inconscientes, estão escondidas dentro de nós, não temos acesso a elas, mas elas são atuantes (o inconsciente manda o seu recado) de modo que, muitos medos de hoje necessitam ser compreendidos à luz do passado.

É por isso que uma boa terapia é aquela que nos permite aceder às realidades do nosso inconsciente e vai consertando, no dia de hoje, aquilo que estava quebrado no passado. É assim que nos tornamos gente. Com erros e acertos. Com realidades que nos são favoráveis e outras não tão favoráveis.

Por vezes queremos mudar, queremos sair de algumas situações que nos são desfavoráveis. Sabemos disso, temos consciência disso. Mas não conseguimos fazê-lo porque essas vivências e experiências que fomos adquirindo ao longo da nossa vida estão enraizadas em nós e, para nos tornarmos diferentes, temos que fazer esse confronto. Temos que eliminar o que não nos serve mais, o que para a nossa vida atual é negativo e pernicioso. Temos que eliminar aquilo que é “vício” e impedimento para nos deixar mudar.

Por isso, muitas vezes, a angústia e a tristeza de hoje está associada a escolhas que fizemos no passado e que não corrigimos, porque nos faltava a consciência. E a vida não perdoa. A vida é doce, é alegre, mas ela cobra todas as faturas das nossas escolhas.

Então coloquemos a pauta sobre a mesa, pensemos nas nossas escolhas, comecemos a perceber onde estamos a errar, onde começamos a errar e a acostumar-nos com esses erros. Sim, porque às vezes temos o problema de nos acostumarmos com os nossos erros e perdemos a capacidade de perceber que estamos errados.

Quando paramos e somos capazes de quebrar esse ciclo vicioso, é como se a vida retornasse inteira para nós.

O que é que a vida te está a pedir?

Quais as mudanças que precisam ser feitas?

A qualidade de tudo depende da resposta que oferecemos.

 
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Suzana Soares

Terapeuta Mestre de Reiki, Tarôt Terapêutico e Hipnoterapeuta de Regressão

O que importa mais: terapia ou terapeuta?

Há uma questão particularmente curiosa e para a qual muitos estudos foram já realizados: em que medida a eficácia de uma abordagem terapêutica se deve mais às estratégias específicas dessa intervenção do que a aspetos individuais do terapeuta ou da relação entre este e o paciente?

Poderão dois terapeutas integrados na mesma abordagem terapêutica provocar a mesma capacidade de mudança no paciente?

A verdade é que se tem encontrado que as técnicas subjacentes a determinadas epistemologias e práticas psicoterapêuticas são bons indicadores de ajustamento para a resolução de um determinado problema (dependendo da intervenção e da problemática).

Ainda assim, mais que isso, evidencia-se que a qualidade da relação estabelecida entre paciente e terapeuta é um ótimo preditor do êxito da terapia.

Desse modo, o vínculo estabelecido assenta numa aliança terapêutica que permite um compromisso, implicando, mutuamente, o paciente e o terapeuta. De um lado, o paciente sente-se compreendido, acolhido, ouvido/escutado e amparado, e do outro lado, encontra um especialista que lhe garante um porto seguro e o orienta com estratégias que conduzem à sua capacitação, autonomamente. É como se recebêssemos um pássaro ferido, ajudássemos a curar, mas simultaneamente, o ensinámos e preparássemos para regressar à sua vida, livre, plena e capaz, por si só!

Apesar de sabermos que há diferentes terapias empiricamente validadas, isto é, que demonstra grande eficácia e por isso são recomendadas em dadas problemáticas, queremos fazer notar que a relação paciente-terapeuta, assente na confiança, empatia, disponibilidade e sensibilidade, determina o modo como o paciente se conecta à terapia, se dedica à persecução do processo e segue em direção à resolução das suas dificuldades.

Na Clínica NirvanaMED temos uma equipa de profissionais disponíveis para o esclarecer na tomada de decisão de um processo terapêutico consciente e adaptado.

Conte connosco.

Um abraço fraterno.

marco
Marco Martins Bento
(psicólogo clínico e psicoterapeuta)