Dia Europeu da Alimentação e da Cozinha Saudáveis

Abacate, Tábua, Cozinha, Ovos, Alimentos, Frigideira

 

O dia 8 de novembro foi escolhido pela Comissão Europeia para assinalar o Dia Europeu da Alimentação e da Cozinha Saudáveis.

Esta é mais uma iniciativa integrada numa campanha de combate à obesidade nos Estados-Membros da União Europeia.

A designação escolhida para este dia é muito apropriada, porque a nossa alimentação é diretamente influenciada pela forma como cozinhamos os alimentos. Não se pode falar de alimentação saudável, sem uma arte de cozinhar assente em princípios também eles saudáveis.

Num país como Portugal, onde o Acidente Vascular Cerebral (AVC) é ainda a primeira causa de mortalidade, relembramos uma vez mais os seus fatores de risco: a hipertensão arterial, a fibrilhação auricular, a diabetes, a obesidade, a dislipidemia, o sedentarismo, o tabagismo, entre outros.

A grande maioria destes fatores de risco é modificável pelos hábitos e estilos de vida dos portugueses, sendo elevado o impacto positivo da alimentação e da atividade física na saúde.

A Dieta Mediterrânica que integra a lista do património imaterial da UNESCO salvaguarda um conjunto de princípios orientadores em matéria de alimentação, que mais do que promotor de saúde, é património cultural e identitário do nosso país.

De forma resumida, segue se seguida um conjunto de orientações simples para uma alimentação e cozinha mais saudáveis, para um Portugal com mais saúde e menos AVC.

 

Mais:

– Mais água

– Mais fruta

– Mais hortícolas (mais sopa)

– Mais cereais integrais (arroz, massa, pão, entre outros)

– Mais produtos vegetais da época (respeitar a sazonalidade)

– Mais produtos frescos de produção local

– Mais produtos lácteos com menos gordura

– Mais peixe

– Mais carnes brancas

– Mais azeite

– Mais cozidos e grelhados

– Mais ervas aromáticas e especiarias para tempero e confeção

– Mais refeições por dia, mas pequenas

– Mais pequenos-almoços ricos e completos

– Mais atividade física em “mais” ar livre

 

Menos:

– Menos sal e produtos salgados

– Menos açúcar e alimentos açucarados

– Menos bebidas alcoólicas

– Menos alimentos processados e pré-confecionados

– Menos fritos, assados e refogados com muita gordura

– Menos carne e gordura animal

– Menos quantidade de alimentos no prato (escolha um prato mais pequeno)

– Menos desperdício alimentar

– Menos atividades sedentárias

 

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Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)

Deixar de fumar engorda?

 

Uma pequena porção de fumadores é capaz de manter níveis muito baixos de consumo e deixar de fumar com facilidade.

No entanto, a grande maioria dos fumadores sente sérias dificuldades em abandonar este hábito.

Isto porque a nicotina contida no tabaco é uma droga com propriedades psicoativas, tendo a principal responsabilidade na dependência do fumador.

Quando os níveis de nicotina no organismo baixam, podem surgir diversos sintomas tais como a dificuldade de concentração, insónia, ansiedade, irritabilidade, aumento de apetite, etc. que leva posteriormente a sentir a necessidade de voltar a fumar.

No entanto, vale a pena deixar de fumar em qualquer idade, porque parar de fumar, reduz o risco de doença cardiovascular, respiratória, reprodutivas, sociais e morte prematura.

Só que quando há sucesso neste processo, cerca de 84% dos ex-fumadores aumentam de peso.

Isto porque, em média, um ano depois de se deixar de fumar existe um aumento de 4 a 5 kg e ao fim de 5 anos engorda-se entre 8 a 10 kg.

Os três primeiros meses são os piores com um aumento de aproximadamente 1 kg por mês. Contudo, recorda a Direção-Geral da Saúde (DGS), os fumadores costumam pesar menos 3 a 4 kg do que os não fumadores e, por norma, param de engordar quando alcançam o peso que teriam se nunca tivessem fumado.

 

Além do mais, os benefícios de deixar o tabaco superam esta possível contrariedade que é ganhar 4 ou 5 kg.

 

Mesmo assim porque é que deixar de fumar pode levar ao aumento de peso?

A ausência de nicotina (uma das cerca de 700 substâncias presentes nos cigarros) no organismo influencia as variações de peso de três formas:

 

1ª – Aumento do apetite

A nicotina reduz o apetite. Quando se está num processo de cessação tabágica, a vontade de comer é maior – com um desejo especial por alimentos ricos em energia (açúcares, gorduras), que libertam no cérebro as mesmas substâncias que a nicotina (serotonina, dopamina) e que são responsáveis pela sensação de prazer e de recompensa.

 

2ª – Alteração do metabolismo em repouso.

Quando se consome nicotina, as nossas necessidades energéticas aumentam entre 5 a 10%. Se esta substância está ausente do organismo, este processo diminui para valores normais. Este facto será responsável por 40% do aumento de peso durante a cessação tabágica.

 

3ª – Acumulação de mais gordura

A nicotina permite, através do seu efeito termogénico, que a gordura corporal seja mais utilizada como fornecedor de energia. Isto significa que existe um menor armazenamento de gordura. Ora, sem a nicotina, esta volta a acumular em maior quantidade, sobretudo na zona abdominal.

 

Com tudo isto, fica notório os benefícios e os ex-fumadores vivem mais tempo do que aqueles que mantêm o hábito, têm menores riscos de desenvolver doenças cardiovasculares e respiratórias e alguns tipos de cancro (como os de trato respiratório, gastrointestinal, urinário e ginecológico).

 

Mas, como podemos evitar que o abandono do tabaco não nos aumente de peso?

Deixamos 6 dicas essenciais para quem quer melhorar os seus hábitos e estilos de vida.

 

  • Cuidado com as dietas restritivas

Uma dieta demasiado restritiva quanto às calorias a ingerir, pode significar perda de peso à custa de massa muscular. E poderá levar a um regresso ao consumo de tabaco.

 

  • Faça várias pequenas refeições

Já se sabe que a ausência da nicotina aumenta o apetite. Além do mais, quando se deixa de fumar os alimentos parecem ter um melhor sabor. Para evitar comer em demasia, faça várias pequenas refeições durante o dia. Esta estratégia permitir-lhe-á ainda manter os níveis de açúcar no sangue equilibrados.

 

  • Privilegie os lanches saudáveis

Frutas e hortícolas crus (como palitos de cenoura), leite e derivados magros e cereais integrais devem entrar na sua rotina alimentar.

 

  • Consuma proteínas e fibras durante o dia

Terá menos fome, uma vez que, estes alimentos retardam o esvaziamento gástrico, ajudam à sensação de saciedade e diminuem o apetite.

 

  • Beba líquidos – sobretudo água

Não se esqueça de consumir líquidos ao longo do dia: a água ajuda a libertar a nicotina. Os sumos de fruta sem açúcar podem também ser bebidos, mas com moderação.

 

  • Faça exercício físico

Está demonstrado que a atividade física diminui a ansiedade, a vontade de fumar e permite, obviamente, manter um corpo são.

 

E se recair?

No caso de recair, lembre-se que a recaída faz parte de qualquer processo de mudança. Por isso, volte a tentar tudo de novo.

 

 

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Rúben Pinheiro
Nutricionista, C.P. 3248N

O COVID-19 pode ser transmitido através dos alimentos?

O SARS-CoV-2 (COVID-19) pode ser transmitido através dos alimentos?

Segundo a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) não existe, até ao momento, evidência de qualquer tipo de contaminação através do consumo de alimentos cozinhados ou crus.

No entanto, há cuidados a ter na confeção das refeições. Quais são?

• Lavagem frequente e prolongada das mãos (com água e sabão durante 20 segundos), seguida de secagem apropriada evitando a contaminação cruzada (por exemplo, fechar a torneira com uma toalha de papel ao invés da mão que a abriu enquanto suja);
• Desinfeção apropriada das bancadas de trabalho e das mesas com produtos apropriados;
• Evitar a contaminação entre alimentos crus e cozinhados;
• Lavar adequadamente os alimentos crus;
• Evitar partilhar comida ou objetos entre pessoas durante a sua preparação, confeção e consumo;
• Durante a preparação, confeção e consumo adote as medidas de etiqueta respiratória;
• Cozinhar e “empratar” a comida a temperaturas apropriadas.

Podemos reforçar o sistema imunitário através da alimentação?

Não existe nenhum alimento específico ou suplemento alimentar que possa prevenir ou ajudar no tratamento da COVID-19.
No entanto, para garantir o normal funcionamento do sistema imunitário, é necessária uma alimentação equilibrada com a presença de diferentes nutrientes, desde logo os fornecedores de energia (hidratos de carbono, proteínas e lípidos) e vitaminas e minerais (como as vitaminas A, B6, B9, B12, C e D e o cobre, ferro, selénio, zinco) e água. Estão todos na Roda dos Alimentos.

 

 

Autoria:
Rúben Pinheiro
Nutricionista Clínica NirvanaMED

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Leia mais sobre o papel da nutrição face ao combate ao novo coronavírus COVID-19:

COVID-19: A Alimentação dos idosos deve ser diferente!

Deve ser a alimentação dos idosos diferente?

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Os idosos são o grupo que apresenta maior risco de doença grave por COVID-19. Segundo a Direção Geral de Saúde, um pior estado  nutricional associa-se a um pior prognóstico e a um risco aumentado de complicações em caso de doença aguda e, consequentemente, está associada a um maior risco de mortalidade.

Como tal, a alimentação dos idosos merece uma atenção especial.

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Estas são as orientações para a população mais idosa:

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• Diariamente devem ser consumidas duas porções de leite ou derivados (1 porção de leite = 240ml), nas refeições intercalares.

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• Devem ser consumidas 2 a 3 porções de fruta por dia (1 porção = 1 peça de fruta média).

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• Devem ser consumidas leguminosas (por ex. feijão, grão, ervilhas, lentilhas…) pelo menos 3 vezes por semana, por exemplo através da sua adição à sopa.

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• A sopa de hortícolas deve estar presente nas duas refeições diárias. Uma importante fonte de vitaminas e minerais e que pode contribuir para otimizar o estado de hidratação.

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• Deve ser incentivado o consumo de carne, pescado e ovos nas duas refeições principais (1 porção por refeição), de modo a assegurar uma ingestão proteica adequada, sendo que o peixe gordo deve consumido com uma frequência de 2 vezes por semana.

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• O incentivo ao consumo de frutos oleaginosos (por ex. amêndoas, nozes…), para aqueles que não apresentam dificuldades de mastigação deve ser também considerado (1 a 3 vezes por semana).

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• Considerando a diminuição do apetite que é comum nesta faixa etária e a alteração do paladar, devem ser promovidas refeições frequentes ao longo dia e de menor volume (cerca de 5 a 6 refeições).

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• A quantidade diária deve variar entre 1,5 a 2 litros de água, no mínimo, o que equivale a cerca de 8 copos de água.

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Vitamina D: se a não for suficiente a proveniente da alimentação, para garantir o aporte necessário de vitamina D, sobretudo em indivíduos idosos cuja exposição solar seja baixa ou nula, será importante que os idosos possam, dentro das medidas de isolamento necessárias, ter alguns minutos de exposição solar diária. Neste caso, cerca de 20 minutos por dia, pelo menos na face, antebraços e mãos, entre as 12 e as 16 horas.

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Autoria:
Rúben Pinheiro
Nutricionista Clínica NirvanaMED

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Leia mais sobre o papel da nutrição face ao combate ao novo coronavírus COVID-19:

Saiba como se alimentar durante a quarentena

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O outono e o inverno são épocas propícias a resfriados, gripes e constipações. Contudo, deparamo-nos agora com uma nova estripe de coronavírus – o Covid-19 – que já toda a gente conhece e ninguém lhe fica indiferente.

No momento conturbado que vivemos, em que pouco podemos programar para o futuro, são muitas as pessoas que são engolidas pelo medo, pelo pânico e pela ansiedade que as notícias provocam, anunciando a propagação rápida do vírus.

Um dos efeitos que já verificamos é a correria aos supermercados e a compra massiva de produtos alimentares, entre outros. É, no entanto, muito importante prestar atenção aos nossos comportamentos e não nos colocarmos na posição de reféns deste vírus.

A preocupação é geral e parece fazer com que as pessoas queiram ter tudo, custe o que custar, sem pensar conscientemente no que realmente precisam.

Neste sentido, elaboramos este artigo para ajudar os nossos seguidores a elaborar uma lista de compras consciente, a utilizar na próxima ida ao supermercado. O objetivo é trazer alimentos que permitam uma alimentação equilibrada durante o tempo de quarentena, com alimentos que potenciem o aumento da imunidade de forma natural.

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Elabore a sua lista de compras sem esquecer:

1. Frutas cítricas

Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolos, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.
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2. Vegetais verdes escuros
Alimentos como brócolos, couve, espinafre são ricos em ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo, e também pode ser encontrado no feijão, cogumelos e a carne de fígado.
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3. Alimentos ricos em zinco
Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico.
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4. Oleaginosas
Além de zinco, as nozes, castanhas, amêndoas e óleos vegetais (de girassol, gérmen de trigo e milho) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica derivado da idade.
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5. Tomate
Rico em licopeno, o tomate é um forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo. Esses compostos aceleram o envelhecimento celular e deixam o corpo mais propício a desenvolver doenças.
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6. Alimentos fonte de ómega-3
O ómega 3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.
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7. Fontes de antioxidantes
A castanha-do-Pará e cogumelos contêm selénio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo.
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8. Gengibre
Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai ajudar a tratar inflamações da garganta e auxiliar nas defesas do organismo.
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9. Pimenta
A pimenta é fonte de betacaroneto, substância que se transforma em vitamina A, nutriente que protege o organismo de infeções.
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10. Iogurte
O consumo regular de iogurte ajuda a recompor as bactérias benéficas da flora intestinal – chamadas probióticos. Essas bactérias têm um papel fundamental para expulsar do organismo as bactérias “ruins”. Esses microrganismos contribuem para aumentar a imunidade. O intestino saudável é capaz de separar o que não nos faz bem e absorver os principais micronutrientes, como as vitaminas.
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11. Alho
O alho, além de trazer um sabor delicioso para os mais diversos pratos, reduz e ajuda a diluir o muco nos pulmões, sendo eficaz contra tosse persistente e bronquite. Por ser rico em vitamina A, C e E, o alho torna-se um forte aliado para reforçar o sistema imunológico.
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12. Cebola
A cebola é rica em substâncias anti-inflamatórias, antivirais, antiparasitárias, antibacterianas e antifúngicas, como a alicina, que ainda reduz o risco de alguns tipos de câncer, como o de boca, laringe, esôfago, cólon, mamas, ovário e rins. Por isso, é um ótimo remédio para afastar gripes, resfriados e infecções em geral.
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13. Própolis
O própolis contém proteínas e compostos com capacidade de alterar e regular o sistema imunológico, além dos benefícios de ser antibacteriano e antiviral. O própolis ativa os passos iniciais da resposta imune estimulando receptores específicos e a produção de citocinas, que modulam os mecanismos da imunidade.
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14. Óleo de coco
O ácido láurico e o ácido cáprico, presentes no óleo de coco, tem a propriedade de modular o sistema imunológico, agindo contra fungos, vírus e bactérias. Além disso, uma forma indireta de ele contribuir com a imunidade está na melhora do trabalho do intestino ao eliminar as bactérias ruins.
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Relembramos a importância de permanecer em isolamento social, restringindo as suas saídas unicamente ao essencial e com os devidos cuidados, tal como recomenda a Direção Geral de Saúde.
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Se quiser ver mais artigos que abordam o reforço imunitário, espreite aqui:
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Aromaterapia I

Aromaterapia II

Nutrição

 

Clínica NirvanaMED

Como a nutrição pode ajudar a combater o Coronavírus?

Os Coronavírus são uma família de vírus que tem causado o alarme da saúde mundial. E estes vírus podem causar doença no ser humano.

A infeção pode ser semelhante a uma gripe comum ou apresentar-se como doença mais grave, como pneumonia.

Contudo há hábitos simples que podem fazer toda a diferença.

O que comemos influencia a nossa saúde, reflete-se na imunidade, diminui as chances de ficar doente e ajuda na recuperação.

O sistema imunológico do nosso corpo tem uma série de reações bioquímicas que dependem de minerais específicos, vitaminas e aminoácidos.

Uma dieta pobre e incompleta pode não oferecer os nutrientes necessários e as células de defesa de nosso corpo acabam ficando menos eficientes.

Uma das maneiras de enriquecer a nossa dieta e o aporte de vitaminas e minerais essenciais ao nosso sistema imunológico é tomar chá diariamente.

Vamos destacar 2 tipos de chás que quando ingeridos no nosso dia-a-dia vão ajudar a resistir a este vírus da atualidade ou caso até tenhamos o COVID-19 possamos rapidamente combater todos os sintomas e restabelecer a nossa saúde.

O primeiro chá é o de limão.

Isto porque o limão, entre muitas propriedades ele protege o nosso organismo.

A composição do limão é rica em vitamina C, tiamina, riboflavina, fósforo, silício, cálcio e ferro.

Esses nutrientes são potenciais fortalecedores do sistema imunitário.

Logo, beber água com limão ajuda a proteger o corpo da ação de vírus e bactérias nocivos, como os que causam gripes e constipações.

O segundo chá é o de eucalipto.

O chá de eucalipto tem várias vantagens, considerando que o chá de eucalipto ajuda a resolver problemas respiratórios, e visto que a tosse ocorre devido a uma irritação das vias respiratórias, o seu consumo é aconselhado nesta situação, assim como em casos de rouquidão ou para baixar a febre.

Graças às propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias desta planta, o chá de eucalipto pode ajudar a inibir a reprodução e o desenvolvimento de bactérias, fungos e vírus como o caso do Covid-19. O seu consumo deve ser utilizado quer para tratamento quer para prevenção.

Uma dieta adequada e equilibrada preenche toda as necessidades nutricionais do nosso corpo, dando ao nosso organismo ferramentas para reparo, manutenção, realização dos processos vitais, crescimento e desenvolvimento.

Ela deve incluir energia e todos os nutrientes em quantidades apropriadas e em proporção entre si.

A falta de algum nutriente pode prejudicar todo o funcionamento adequado de processos vitais para nosso corpo.

Cuide da sua saúde, previna-se desde já melhorando a sua alimentação.

 

Autoria:
Rúben Pinheiro
Nutricionista

O Caos de uma Baixa Imunidade

 

A relação da medicina energética e convencional para o reforço da imunidade

Para entendermos um pouco melhor sobre o que é o Reforço da Imunidade é necessário compreender as ligações que tem com o nosso corpo, segundo a medicina energética e convencional. A imunidade consiste num conjunto de mecanismos que defendem o nosso corpo contra invasões vindas do exterior. Ou seja, é criada uma barreira que nos protegem de ataques de vírus e bactérias. Por isso, é importante conhecer o que nos faz ter uma baixa imunidade e como é que a medicina energética consegue melhorar gradualmente o nosso estado de saúde, como também diminuir a utilização de medicamentos.

Tendo em conta a medicina chinesa, existem dois órgãos que são responsáveis pela imunidade, o Rim e o Pulmão.

O Rim é o nosso órgão ligado à energia vital e pela formação de defesas no nosso corpo. O Pulmão é o nosso órgão que fornece energia ao Rim, logo se este não estiver num bom estado, irá comprometer a imunidade e o Rim.

 

Mas e como sabemos se o nosso Pulmão ou Rim não está num estado energético?
Em que pontos prejudica na nossa vida e como prevenir?

Estados de tristeza prolongados, afeta o Pulmão e o stress, o MEDO e o excesso de práticas desportivas afetam o Rim. Quem vive na permanência nestes estilos de vida irá comprometer a imunidade e os sintomas são de fácil perceção. Normalmente, os sintomas são a constipação, o pingo no nariz, dores na zona lombar e/ou joelhos, uma tez pálida, cansaço persistente… podendo originar problemas mais graves como alergias e doenças autoimunes.

Sabendo isto, a Medicina Tradicional Chinesa e a meditação ajudam a elevar os níveis energéticos. Também na aromaterapia e numa alimentação rica em proteínas, alguns picantes e salgados ajudam no reforço da imunidade, mas de preferência comidas quentes ou mornas. Andar bem agasalhados em épocas mais resfriadas, também ajuda a prevenir.

Reforço Imunitário por terapias complementares precisa de seu tempo para adquirir os hábitos e competências necessárias para a melhoria e qualidade de vida, mas não deve ser descurada.

 

Autoria:
Daniel Pinto
Estudante de Medicinas Complementares – CESPU

A Nutrição e na Doença Oncológica

 

A Nutrição na Doença Oncológica

Todos os dias fazemos escolhas alimentares das quais determinam em grande parte se promovemos a nossa saúde ou doença.
A alimentação assume um papel particularmente importante no cancro, podendo constituir um fator protetor ou de risco.

Certamente, já ouviu falar de alimentos que ajudam a prevenir o cancro, ajudam a remover substâncias cancerígenas e podem inibir o crescimento de células malignas, mas o certo é que não existe uma fórmula chave.
Existe sim um equilíbrio que certamente resulta em ganhos de qualidade de vida.
A relação entre o cancro e a alimentação mediterrânea é amplamente estudada e existe já evidência que comprova os seus benefícios.

Em Portugal, o cancro colorretal surge como o principal agressor para ambos os sexos a seguir ao cancro da mama nas mulheres e ao cancro da próstata nos homens.

relação entre os maus hábitos alimentares e as doenças crónicas está atualmente bem estabelecida.
Não restam dúvidas de que quer a incidência, quer a prevalência de doenças cardiovasculares, cancro e diabetes é muito superior na pessoa obesa e/ou sedentária.
Para comprovar tal efeito, o European Prospective Investigation Into Cancer and Nutrition (EPIC) analisou a relação entre o estilo de vida, a ingestão calórica diária, o comportamento alimentar e a incidência de cancro e chegou à conclusão que existe uma
forte relação entre eles.
Apesar de ser público que vários alimentos aumentam o risco de desenvolver determinadas patologias, subsiste uma indiferença generalizada.

Num dado momento as evidências vêm a publico, tornam-se virais, mas momentos depois são esquecidas e a maioria da população mantém os seus hábitos alimentares, comummente desequilibrados.É necessário agir neste sentido e criar formas de prevenção realmente eficazes e que surtam verdadeiro efeito na população.
Para tal, a população tem de se consciencializar que a alimentação saudável não é para hoje, amanhã e para o próximo mês, porque queremos chegar ao verão com menos quilos.

Marque uma consulta com o nosso nutricionista, e saiba como pode ganhar hábitos alimentares saudáveis, ganhando assim qualidade de vida e prevenindo este tipo de doenças que tanto assolam a nossa sociedade atualmente.

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Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)

Refeições fora de casa – Saudável?

Comer fora de casa deixou de ser uma prática reservada às ocasiões especiais e tornou-se numa necessidade imposta pelo ritmo de vida atual. Seja uma refeição rápida num café, um almoço num restaurante ou no refeitório de uma escola, é cada vez maior o número de pessoas que faz refeições fora de casa.

Esta situação deve-se às mudanças do estilo de vida que decorrem de diferentes alterações ao nível social, económico e até cultural que se verificaram ao longo dos últimos anos.

Assim, existe uma procura condicionada pelo prazer em comer fora, em experimentar um novo restaurante ou fazer uma refeição num da nossa eleição e até, pela questão prática de não ter de preparar ou cozinhar algo em casa, seja por questões de tempo, paciência ou de gosto.
Por isso, o consumo fora de casa é hoje considerado um fator determinante nos hábitos alimentares estando, muitas vezes, associado a escolhas menos saudáveis e, consequentemente, a um risco aumentado para o excesso de peso e obesidade, a um estilo de vida sedentário e à ingestão excessiva de calorias diariamente.

Diversos estudos indicam que as refeições realizadas fora de casa são menos equilibradas, incluem grandes porções de alimentos, são mais energéticas, possuem elevados níveis de gordura total e gordura saturada e, contêm baixos níveis de fibra, cálcio e ferro.

Atualmente, os hábitos alimentares inadequados são o fator de risco que mais contribui para o total de anos de vida saudáveis perdidos pela população portuguesa e um dos mais sérios problemas de saúde publica.

Marque uma consulta com o nosso nutricionista e saiba como pode adquirir hábitos alimentares saudáveis, apesar do ritmo de vida acelerado.

 

O seu nutricionista,

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Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)

Regresso às Aulas

Uma alimentação saudável na idade escolar é determinante para um bom funcionamento físico e intelectual e para prevenir doenças associadas à má alimentação.

Na idade escolar, por as crianças se encontrarem em fase de crescimento e desenvolvimento, uma alimentação saudável é fundamental para um normal crescimento e desenvolvimento e para prevenir doenças associadas à má alimentação como, por exemplo, a obesidade, a anemia, o atraso de crescimento, a malnutrição ou a cárie dentária.

Com o regresso às aulas a aproximar-se, muitos pais ficam preocupados sobre como ajudar os seus filhos quando lhes preparam o dia alimentar.

Assim, tome nota das seguintes sugestões do nosso nutricionista:

  • Lave bem a fruta e coloque-a já cortada numa caixa;
  • Embale os alimentos separadamente;
  • Prefira as lancheiras ou marmitas térmicas para conservar a refrigeração dos alimentos durante mais tempo, nomeadamente os iogurtes;
  • Junte sempre uma garrafa de água ao lanche do seu filho;
  • Não só os lanches, mas também as restantes refeições devem ser equilibradas, completas e variadas seguindo as regras da alimentação saudável, baseando-se na Roda dos Alimentos.

Além da importância alimentar na vida da criança, não menos importante é o exercício físico. Aliar uma alimentação saudável a uma prática de atividade física moderada é fundamental, por todos os benefícios já conhecidos da prática de exercício físico. As crianças têm cada vez mais acesso a atividades sedentárias e a menos tempos letivos para a atividade física, o que para além de não favorecer o crescimento pode ser uma das causas para o desenvolvimento de excesso de peso ou obesidade, trazendo repercussões futuras à sua qualidade de vida, saúde e bem-estar.

 

O seu nutricionista,

ruben
Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)