lolololol

O que é uma emoção negativa?

“As nossas emoções são a consequência dos nossos pensamentos, sentimentos, das palavras que dizemos e das nossas ações!”

(António Ribeiro)

 

Neste sentido, existem as emoções positivas (bons pensamentos, boas ações, bons sentimentos, boas palavras) e emoções negativas (maus pensamentos, más palavras, más ações e maus sentimentos).

A isto tudo também podemos dar o nome de ENERGIA! Ou melhor, o nosso corpo Energético.

Emoções negativas são aquelas que são tóxicas para o corpo e interferem no seu equilíbrio e funcionamento harmonioso.

Medo, ansiedade, raiva, ressentimento, tristeza, rancor ou desgosto intenso, ciúme, inveja, tudo isto perturba o fluxo da Energia pelo corpo, afeta o coração, o sistema imunológico, a digestão, a produção de hormônios e assim por diante…

Até mesmo a medicina tradicional, que ainda sabe muito pouco sobre como o ego funciona, está a começar a reconhecer a ligação entre os estados emocionais negativos e as doenças físicas.

Uma emoção que prejudica o nosso corpo, também contamina as pessoas com quem temos contato e indiretamente, por um processo de reação em cadeia, um incontável número de indivíduos com quem nunca nos encontramos. Existe um termo genérico para todas as emoções negativas: “Infelicidade”.

Por causa da tendência humana em perpetuar emoções antigas, quase todo mundo carrega no seu campo Energético um acúmulo de antigas dores emocionais, que chamamos de “corpo de dor”.

O “corpo de dor” não consegue digerir um pensamento feliz. Ele só tem capacidade para consumir os pensamentos negativos porque apenas esses são compatíveis com seu próprio campo de Energia.

Não é que sejamos incapazes de deter o turbilhão de pensamentos negativos, o mais provável é que nos falte vontade de interromper seu curso. Isso acontece porque, nesse ponto, o “corpo de dor” está a viver por nosso intermédio, fingindo ser nós. Para ele, a dor é prazer! Ele devora ansiosamente todos os pensamentos negativos.

Nos relacionamentos íntimos, os “corpos de dor” costumam ser espertos o bastante para permanecer discretos até que as duas pessoas comecem a viver juntas e de preferência, assinem um contrato comprometendo-se a ficar unidas pelo resto da vida!

“Nós não nos casamos apenas com uma mulher ou com um homem, também nos casamos com o “corpo de dor” dessa pessoa”.

Pode ser um verdadeiro choque quando, talvez não muito tempo depois de começarmos a viver sob o mesmo teto ou após a lua-de-mel, vemos que o nosso parceiro ou nossa parceira começa a exibir uma personalidade totalmente diferente. A sua voz torna-se mais áspera ou aguda quando nos acusa, nos culpa ou grita connosco, em geral por uma questão de menor importância.

Nessa altura, podemos perguntar-nos se essa é a verdadeira face daquela pessoa, a que nunca tínhamos visto antes e se cometemos um grande erro quando a escolhemos como companheira(o). Na realidade, essa não é a sua face genuína, apenas o “corpo de dor” que assumiu temporariamente o controle.

Seria difícil encontrar um parceiro ou uma parceira que não carregasse um “corpo de dor”, no entanto, seria sensato escolher alguém que não tivesse um “corpo de dor” tão denso.

O começo da nossa libertação do “corpo de dor” está primeiramente na compreensão de que o temos, de que ele existe!

É a nossa presença consciente que rompe a identificação com o “corpo de dor”. Quando não nos identificamos mais com ele, o “corpo de dor” torna-se incapaz de controlar os nossos pensamentos e assim, não consegue renovar-se, pois deixa de se alimentar deles. Na maioria dos casos, ele não se dissipa imediatamente!

No entanto, assim que desfazemos a sua ligação com o nosso pensamento, ele começa a perder Energia.

A Energia que estava presa no “corpo de dor” muda a sua frequência Vibracional e é convertida em “Presença”.

lol

Sou um Terapeuta Holístico que vejo um ser humano como um TODO e compreendo e aceito perfeitamente tudo isto.

Nós somos o RESULTADO deste TODO e é lógico e racional que quando o nosso Corpo Energético não está bem, “Aura limpa”, todas as nossas vivências do dia a dia vão ser afetadas.

Se precisar de ajuda, contacte-me!
antonio1
António Ribeiro

Fundador da NirvanaMED, Hipnoterapeuta e Life & Mental Coach

pic

Na primeira consulta de Terapia da Fala…

Na primeira consulta de Terapia da Fala é feita a anamnese. Apesar da palavra parecer estranha, o seu significado é fácil de entender.

No fundo, a anamnese é uma entrevista que permite a recolha de dados pertinentes, nomeadamente acerca da história e do contexto passado e atual do utente, de modo a permitir que o Terapeuta da Fala possa caracterizar a situação o melhor possível.

Os principais objetivos que se pretendem alcançar com esta primeira etapa do processo de intervenção terapêutica são, essencialmente, a identificação de fatores de risco/resiliência que justifiquem o perfil do utente, a caracterização do contexto em que se insere e a preparação da avaliação.

Importa referir que a anamnese fornece dados que apontam para um possível diagnóstico, promove uma primeira abordagem para a construção da relação com o cliente e com a família, pode indicar consciência e expectativas relativamente à problemática, facilita a preparação da avaliação terapêutica e reduz consideravelmente o tempo de avaliação.

Dependendo do tipo de perturbação, do profissional e/ou do contexto, a anamnese pode ser modificada.

Na fase final, o terapeuta deve descrever toda a situação de forma prudente, clara e concisa, orientando o cliente, se necessário, para a realização de exames específicos ou para as provas de avaliação mais pertinentes tendo em conta o caso.

Uma boa recolha de informação durante a anamnese é o ponto de partida para o sucesso terapêutico.

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)

psychology-2706902_1920

O poder das palavras!

Se eu lhe disser que determinadas palavras têm determinados efeitos na nossa mente e corpo, você acredita?

Pode parecer estranho, mas, na verdade, nós reagimos, continuamente, aos estímulos que nos rodeiam e as palavras são um dos mais fortes estímulos, capazes de mudar a nossa disposição, ânimo ou energia.

Na essência disto está o facto da nossa mente procurar, em nosso redor, elementos que nos ajudem a compreender melhor o mundo em que vivemos, aqueles com quem nos relacionamos, e até mesmo a entender melhor a nossa maneira de ser. Assim, podemos ver a nossa mente como uma entidade que procura de modo ativo e permanente uma interpretação do que vê, sente, ouve ou perceciona.

As palavras são elementos da comunicação muito importantes e encerram em si, significados fundamentais por associação a experiências vividas. Por exemplo, alguém que esteja num processo de luto é natural que se sinta mais ativada por palavras relacionadas com a morte ou perda. Alguém que acabou de ser mãe ou pai é, habitualmente, mais ativado por palavras que se relacionam com a parentalidade, o nascimento, a conceção.

Ora, a capacidade de diferentes palavras nos remeterem para diferentes experiências leva-nos à expressão de determinadas emoções, tanto positivas como negativas. Este processo é comum e trata-se de um condicionamento, isto é, uma aprendizagem estabelecida entre uma vivência e uma semântica que remete para essa vivência. Este processo nada tem de atípico pois traduz uma forma de funcionamento mental caraterística de todos os seres humanos.

Mas (e há sempre um mas!), nem sempre este processo é saudável e, não raras vezes, pode tornar-se patológico na medida em que determinadas palavras com pendor mais negativo, tendem a ser sobrevalorizadas, remetendo o indivíduo para um estado de maior desânimo e angústia. Por exemplo, alguém que diga, com frequência, “eu não sou capaz”, vai integrar no seu inconsciente essa convicção de incompetência e incapacidade, reforçando um pensamento negativo que se reflete numa atitude derrotista e de desmotivação. Ao invés, um indivíduo que diga “sei que posso fazer melhor, e fá-lo-ei no futuro!”, vai fortalecer a crença de que tem competência e potencial para melhorar, alimentando uma convicção positiva e de persistência.

Em terapia, é fundamental analisar a narrativa dos pacientes, uma vez que, frequentemente, se encontra um padrão de palavras ou expressões que espelham mensagens que a sua mente tem integradas e que podem ser parte do problema que os traz à consulta.

Nesses casos, parte da intervenção passa pela mudança dos padrões comunicacionais com o incremento de novas palavras mais positivas, em substituição de anteriores expressões negativas e perpetuadoras de mal-estar.

O mundo da comunicação é fascinante e reflete o que vai na nossa mente!

Um forte abraço.

marco
Marco Martins Bento
(psicólogo clínico e psicoterapeuta)

regressao suzana soares2

Terapia da regressão: para que serve?

A principal finalidade das regressões a vivências passadas, nessa ou em outras encarnações, é encontrar fatos ou situações às quais as pessoas estão sintonizadas, ainda se sentindo lá, em seu inconsciente, sem o saber, mas sentindo e pensando como o faziam lá. Por exemplo, se alguém foi preso em uma cadeia, ficou muito tempo lá e isso lhe afetou muito; embora, claro, já tenha saído de lá, é como se ainda estivesse ligado àquela situação e, então, necessita regredir, voltar para lá e sentir que já saiu daquele lugar; assim, rompe-se a sintonia e ele sentir-se-á, finalmente, livre. Essa é uma das causas da fobia de lugares fechados.

Estão sintonizadas em situações do seu passado transpessoal, uma doença imobilizante, uma velhice solitária, uma morte traumática, um abandono do ser amado, em que sentiram muita tristeza, depressão, muita mágoa, muito medo, pânico, raiva, sentimento de inferioridade, solidão.

A finalidade terapêutica da regressão é, então, fazer com que retornem a essas situações e relembrem que já saíram delas, que aquilo já passou; aí, corta-se a sintonia com aquelas situações e os sentimentos e, então, sentirão alívio, sentir-se-ão livres. A melhora é automática, natural. A principal finalidade da regressão é fazer a pessoa voltar a uma situação traumática que ainda está ativa em seu inconsciente e relembrar que aquilo já terminou, ou seja, desconectar-se daquela situação e dos sentimentos que sentia lá. É um desligamento.

O outro grande benefício da regressão é a pessoa perceber como é parecida vida após vida… E a evolução espiritual? E a transformação? Somos muito incompetentes nesse assunto…
Na regressão, quem quer descobrir a origem de uma raiva, começa a sentir raiva, quem quer encontrar a origem de uma tristeza, começa a sentir grande tristeza, o mesmo para o medo, a mágoa, o sentimento de solidão, angústia, etc. Em geral, o paciente acredita que são os seus sentimentos de hoje, mas não; são os de lá que já estão sendo encontrados.

A orientação é que a pessoa diga quando começa a sentir algo dentro de si, mesmo que seja o que normalmente sente, mesmo que pareça imaginação, que está inventando tudo aquilo, etc. Começam a vir ideias como se fossem imaginação ou fantasias; por exemplo: de repente passa em sua mente a sensação de uma batalha, ou de um baile, ou de um navio, ou de um casamento. A orientação é que a pessoa diga qualquer fato que surja em sua mente, mesmo que não esteja vendo nada, esteja tudo escuro em sua mente; não deve duvidar daquela ideia que veio, não deve tentar entender, questionar, racionalizar, esperar ter certeza para dizer, pois isso faz com que a ideia desapareça.
E quando, depois de muito tempo, o paciente diz que não está vendo nada… o terapeuta acha que, então, ele não regrediu… mas regrediu, sim, está num lugar escuro… E quando diz que não está fazendo nada… pode estar flutuando no Astral intermediário após um desencarne em alguma vida passada…

O processo de regressão é totalmente passivo; a pessoa deve deitar-se e entregar-se totalmente, relaxar completamente, soltar o corpo, como se fosse desaparecer e seguir as instruções. Ir apagando os pensamentos, como se fosse dormir, criar um espaço neutro para que, do seu Inconsciente, venham as ideias, as sensações e os sentimentos. Não deve ficar pensando, querer ver, procurar por algo, pelo contrário, deve ficar passivo e esperar que venham as informações lá do seu Inconsciente, e dizer qualquer coisa que venha à sua mente ou nos seus sentimentos.

O processo de regressão consta de 2 fases:
Fase 1 – atuação do terapeuta:

  1. a) Relaxamento do corpo físico.
    b) Expansão da Consciência:Fase 2 – regressão propriamente dita: 

Momento Atual: é o momento presente onde se encontra a sua queixa inicial. O momento onde culmina todos os efeitos e todo aprendizado de todas as experiências vividas sejam elas conscientes ou não.

 

Adolescência: é um difícil momento de transição para maioria das pessoas. Nesta fase buscamos identidade como ser no mundo. Surgem conflitos de relacionamento, sexuais, profissionais, entre outros. Algumas pessoas carregam esses conflitos no decorrer dos anos fazendo com que a vida se torne confusa e sem sucesso.

 

Infância: é o período onde se estrutura a personalidade do indivíduo. Para Freud é o período mais importante da vida psíquica, onde ocorre o desenvolvimento da sexualidade. Para Jung, é nesta fase que a personalidade se estrutura com todas bagagens arquetípicas da evolução da humanidade e de vida anteriores. Muitas crianças nesta fase são marcadas por traumas decorrentes de brigas entre os pais, ou por serem submetidas a castigos severos ou até acidentes em geral. Através da regressão de memória você poderá reviver a situação traumática com mais maturidade, compreensão e total acompanhamento terapêutico.

Nascimento: o nascimento é uma fase muito importante para o Ser humano. É o momento em que ocorre a primeira inspiração, e uma drástica mudança de ambiente (dentro da barriga da mãe para o ambiente externo). Muitos de nós carregamos alguns traumas ocorridos na hora do nascimento como complicações no parto, adaptação ao ambiente externo como a luz, ar, a temperatura etc. Este momento também pode ter sido experienciado com muita alegria e vibração.

 

Vida Intra-Uterina: é o período desde a fecundação até o nascimento. É o momento que começa com a união do espermatozoide com o óvulo, o período onde a Ser se corporifica na matéria. Todas as experiências são geradas no pequeno cérebro que funciona como uma fita de gravador, onde serão registradas todas as sensações e sentimentos da mãe e do pai. É importante para este Ser que os sentimentos em relação a ele(a) sejam os mais harmoniosos possíveis.

 

Vivências Passadas: neste estágio de regressão, podemos vivenciar momentos que parecem ter acontecidos em situações que antecedem a concepção. Para entendermos o processo de regressão à vivências passadas, também conhecido como regressão à “vidas passadas”, é necessário deixar de lado a ideia do tempo cronológico que serve apena para orientação. O tempo é uma realidade que transcende nossas limitações espaciais. A divisão presente, passado e futuro é meramente didática, destinada a reduzir a termos compreensíveis uma realidade que, sob muitos aspetos, ainda nos escapa, mas parece contínua e simultânea. Portanto, não há tempo nem espaço, tudo acontece ao mesmo tempo. O presente é apenas uma linha móvel que arbitrariamente imaginamos para separar em duas – passado e futuro – uma realidade indivisível e global, assim como a memória. A regressão à vivências passadas propicia à você, não apenas uma visão global do seu Ser, como também a conscientização de sua existência atual revelando experiências positivas que serão reforçadas, e negativas que serão trabalhadas para que não mais se repitam. Nesta fase da regressão, não importa realmente à sua crença em reencarnação ou não. Também não é importante saber se as vivências que foram experienciadas durante a regressão de fato ocorreram ou não. O que importa é que através da regressão, o cliente entra em contato com padrões que ainda estavam inconsciente e tem a oportunidade de escolher novas possibilidades para sua vida no presente. Todas as experiências vivenciadas durante a regressão são interpretações que o cliente fez ou faz da realidade à sua volta.

 

“ É na evolução do seu conhecimento interior, que você reconhece os seus erros e não os repete”
susana
Suzana Soares

Terapeuta Mestre de Reiki, Tarôt Terapêutico e Hipnoterapeuta de Regressão

nutri

Dia do Nutricionista

Hoje é o Dia do Nutricionista.
Mas afinal o que faz o Nutricionista? Em que áreas atua? Só deve consultar um Nutricionista se quiser perder peso?
Definição de Nutricionista
Nutricionista é, segundo o dicionário1,2 a “pessoa especializada ou que se dedica à nutrição e à alimentação” ou “especialista em assuntos e problemas da nutrição”.
A Associação Portuguesa de Nutrição refere Nutricionista como “o profissional de saúde que desenvolve funções de estudo, orientação e vigilância da alimentação e nutrição, quanto à sua adequação, qualidade e segurança, em indivíduos ou grupos, na comunidade ou em instituições, incluindo a avaliação do estado nutricional, tendo por objetivo a promoção da saúde e do bem-estar e a prevenção e tratamento da doença, de acordo com as respetivas regras científicas e técnicas”3.
Áreas de atuação do Nutricionista
• Nutrição Clínica;
• Nutrição Comunitária e Saúde Pública
• Alimentação Coletiva e Hotelaria;
• Tecnologia Alimentar / Ciência dos Alimentos;
• Ensino / Formação e Investigação Científica.
A maioria da procura por parte da população é a área da nutrição clínica. A palavra nutricionista leva-nos logo a pensar em perder peso. No entanto o nutricionista atua em muitas outras condições/doenças, tais como são exemplo a diabetes, hipertensão arterial, colesterol elevado, ganho de peso.
A pesquisa na internet por uma dieta não é a escolha certa, cada pessoa é única e o nutricionista tem em conta todas as especificidades do seu paciente.
É de salientar que o nutricionista não olha só para o valor “Peso”, são avaliados outros números como a percentagem de gordura ou o peso do músculo. Supondo que um individuo pese 80 kg, perde 1Kg de gordura e aumenta 1Kg de músculo, o seu peso mantém-se igual. No entanto a perda de gordura e o ganho de músculo é algo positivo e a ter em conta.
Seguir o plano alimentar elaborado pelo nutricionista não dever ser considerado como uma etapa, mas sim como uma mudança de estilo de vida, algo para manter no futuro. Uma alimentação saudável contribui para um bom estado de saúde, bem-estar e prevenção ou tratamento de alguns tipos de doenças.

Regulação da profissão de Nutricionista
A profissão de Nutricionista é regulada pela Ordem dos Nutricionistas.
A atribuição do titulo profissional de Nutricionista e o exercício da profissão, requer de inscrição como membro efetivo na Ordem.
Procure um Nutricionista, membro da Ordem dos Nutricionistas. Verifique se o profissional consta no Registo Nacional, através da página: http://www.ordemdosnutricionistas.pt/registoNacional.php?, para ter a certeza que está/será seguido por um profissional de saúde qualificado.
Referências Bibliográficas
1. nutricionista in Dicionário infopédia da Língua Portuguesa com Acordo Ortográfico [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2017. [consult. 2017-08-29 18:17:12]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/nutricionista
2. nutricionista in Dicionário infopédia de Termos Médicos [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2017. [consult. 2017-08-29 18:18:46]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/dicionarios/termos-medicos/nutricionista
3. http://www.apn.org.pt/ver.php?cod=0C0D
marco
Daniela Patrícia Oliveira Ferreira
(Nutricionista, C.P.2881N.)

Imagem2

A minha Missão!? Ajudar as Pessoas a serem mais Felizes!

Sobre “Be Happy Living®” !
“Be Happy Living®” é uma viagem magnífica – uma aventura cheia de triunfo, derrota, mistério e magia. Sei disso porque vivo e estudo. Pratico e ensino a praticar Happy Living todos os dias e recolho ideias para partilhar ao longo do meu caminho…

Imagem1

A minha Missão?!
Estou numa missão para melhorar a saúde e o bem-estar do mundo, uma pessoa de cada vez. E para trabalhar em direção a esta missão, defini o que a saúde significa para mim.

As Sete Fundações da Saúde
A saúde é um estado de completa harmonia do corpo, mente e espírito. Quando alguém está livre de deficiências físicas e distrações mentais, as portas da alma se abrem…
A saúde é mais do que um corpo isento de doenças, pelo contrário, é uma prática diária e uma jornada de vida. A saúde é um relacionamento – com o próprio eu, com os outros e com o mundo.

Os sete fundamentos da saúde são:
• Aptidão física
• Aptidão Mental
• Aptidão espiritual
• Fitness Financeira
• Ame
• Aventura
• Significado

A base – Aptidão Física
A Aptidão Física é o que em primeiro vem à nossa mente quando se pensa em saúde. É crucial para manter a saúde dos nossos ossos, músculos e órgãos. A aptidão física inclui o exercício , nutrição e sono , bem como diagnósticos, exames de sangue e visitas ao médico.

A Aptidão Mental é muitas vezes referida como a saúde mental. Mesmo que não seja tão “tangível” quanto a aptidão física, é tão vital. Além de cuidar de doença mental, aptidão mental inclui a Meditação, Mindfulness, Auto Hipnose e Coaching para fixação de metas , criatividade e aprendizagem ao longo da vida e a procura de hobbies.

A Aptidão Espiritual é a conexão entre o nosso eu interior e algo maior. Pode ser baseada na fé, encontrada através da meditação, ou observada através da ciência. É cultivada como uma comunidade ou sozinha, e é algo ao que podemos sempre voltar, não importa quanto tempo passou.

Fitness Financeira é ser capaz de fornecer para si e para os outros. Isso inclui viver dentro de seus meios, alinhado com suas prioridades e de forma que não ponha a pressão financeira sobre a poupança. É tornar-se informado e educado sobre finanças, e dando quando possível.

Imagem3

O Meio – Amor e Aventura
O amor é essencial para uma vida saudável. Ele respira paz em momentos de silêncio. Ele ajuda-nos a perseverar por momentos difíceis. Dá significado aos relacionamentos. É o que nos empurra para perseguir nossas paixões. O amor-próprio é tão importante para uma vida feliz como para amar os outros. Sem ele, não podemos oferecer o nosso melhor para aqueles que nos rodeiam ou para o trabalho que fazemos. O amor fornece-nos propósito, felicidade e alegria.

Aventura não é apenas sobre ser extremo. É abrindo novas possibilidades, embarcando em território inexplorado e acolhendo novas descobertas. Aventura pode acontecer perto ou longe de casa, pode ser um estado de espírito ou uma fuga épica. Recomendo uma prática segura e moderada de aventura, durante a duração de uma vida.

O Final – Significado
Significado é uma chave para a felicidade e boa saúde. Nós adicionamos o “meaning” a nossas vidas com a perseguição do “meaning”. É uma prática diária em priorizar as coisas que são mais importantes. Significado é dedicar seu tempo, trabalho e vida a algo de grande significado.
Focalizar na gratidão, agindo com finalidade e prosseguir seus sonhos são todas as maneiras de praticar o significado.

Estes Sete Fundamentos da Saúde estão no meu coração e no meu trabalho aqui no “Be Happy Living”.
Espero que isto o(a) inspire a examinar como cada fundação desempenha um papel importante na sua saúde e bem-estar!

Estou pronto para o(a) ajudar tanto em Consultório, como em Palestras e Workshops.

Bem-haja!

António Ribeiro
Hypno/Life & Mental Coach & Trainer de Inteligência Emocional.
www.behappyliving.life
www.nirvanamed.pt
Skype: amspribeiro
Tlm. 917611431
antonio.ribeiro@nirvanamed.pt
antonio1
António Ribeiro

Fundador da NirvanaMED, Hipnoterapeuta e Life & Mental Coach

sonho

O que está fazendo para se aproximar do seu SONHO?

O caminho para a realização de seus sonhos pode não ser nada fácil. Muitas vezes, significa sacrifícios difíceis e decisões cheias de riscos e inseguranças envolvidos. Para muitos é a coisa mais difícil da vida. Ainda assim, podemos ver diariamente exemplos de pessoas que não deixaram esses fatores serem maiores do que a vontade de conseguir o que desejam.
Mas existem outras que paralisam diante desses riscos, e passam a vida inteira sonhando de como seriam suas vidas, e não dão o passo seguinte.
Hoje vamos refletir sobre outros obstáculos que nos afastam de nosso potencial, de vivermos uma vida realmente plena, onde transformaríamos nossos planos em ação e apostaríamos em nossos sonhos mais preciosos.
Veja quais deles têm atravancado seu caminho:

 

1. Medo do julgamento
A eterna pergunta “o que os outros vão pensar?” ainda prevalece no topo dos bloqueios. A preocupação com essa imagem idealizada nos impede até de descobrir quem somos e o que queremos de verdade.

 

2. E se não der certo?
Filho do medo do julgamento, o medo de errar também paralisa. Porém o mais curioso nisso é que esse medo nos cega para o seguinte fato: se não estivermos em nosso verdadeiro caminho, as coisas já estão erradas. É ou não é?

 

3. Procrastinação
Quando eu tiver mais dinheiro, mais tempo, quando as crianças crescerem, quando eu me aposentar… A lista é grande e esse amanhã nunca chega!

 

4. Perfeccionismo
Muita gente acha que o procrastinador é um “desleixado”, entretanto, na maioria das vezes, ele é mesmo um perfeccionista. Se não for perfeito, nem faço, não tento, não arrisco. E tudo vai ficando sempre para depois, um tempo imaginário onde só há perfeição.

 

5. Falta de presença
Não se ouvir, não saber ficar na própria companhia, não se permitir o silêncio externo para se conectar consigo é um dos principais obstáculos dessa lista. Como saber o que me apaixona? Como escolher o meu caminho? Como assumir a responsabilidade sobre minha vida, se nem estou presente?

 

6. Vitimização
Ver-se como vítima da própria história, das pessoas e do mundo não ajuda em nada. De verdade. Esse é um ciclo que aprisiona. Quem entra nele, mantém a crença de que só vai ser reconhecido e respeitado por suas feridas e cicatrizes. Como se permitir ser feliz alimentando um pensamento assim?

 

7. Dependência
Num misto entre querer a aprovação do outro e não se sentir capaz sozinho, quem cai nesse padrão não assume a própria vida. Quem alimenta a dependência teme descobrir a si mesmo e ter de arcar com as próprias escolhas.

 

Você identificou algum desses obstáculos presentes em seu modo de agir ou pensar? Algum deles já esteve mais forte em algum momento de sua vida? Na sua opinião, qual seria um primeiro passo para sair desses ciclos viciosos?

 
susana
Suzana Soares

Terapeuta Mestre de Reiki, Tarôt Terapêutico e Hipnoterapeuta de Regressão

technology

Não consigo desligar do trabalho!

Julho e agosto são os meses de férias por excelência.

É neste período que a maioria dos trabalhadores usufrui do tão merecido descanso, nuns casos mais ansiado que noutros.

Em rigor, o que para uns será o momento ideal para “recarregar baterias”, para outros pode ser um período de tensão, ansiedade e preocupação com o trabalho.

É comum encontrarmos quem não consiga “desligar” o seu foco dos afazeres profissionais e, mesmo em férias, mantenha uma preocupação excessiva com o trabalho, ansiando pelo regresso à sua rotina.

Sabemos que a natureza do trabalho realizado, a responsabilidade subjacente ou a posição hierárquica influenciam, pois cargos de gestão ou direção assumem uma grande importância na estabilidade de empresas ou entidades e, por vezes, dirigentes ou responsáveis por departamentos receiam que a sua ausência comprometa a produtividade laboral.

Ainda assim, existem outros aspetos que contribuem para esta dificuldade em “desligar” do trabalho: a dificuldade em delegar tarefas ou confiar noutros outros, personalidades com maior tendência à obstinação ou obsessão, alguma rigidez cognitiva, entre outras.

Se este é o seu caso, há soluções! Não esqueça:

1) É fundamental que descanse e relaxe no período de férias;

2) Nas semanas que antecedem as férias vá preparando a sua ausência;

3) Delegue tarefas e competências. Deixe que outros possam fazer o seu trabalho;

4) Assegure que deixa as tarefas urgentes e prioritárias distribuídas por colaboradores da sua confiança;

5) Faça uma lista de assuntos a tratar quando regressar;

6) Nos primeiros dias de férias minimize o contacto com o trabalho. Gradualmente, reduza o número de vezes que vê o seu email profissional e atenda somente chamadas importantes;

7) Se mantiver preocupação com o trabalho, faça uma chamada breve para o colaborador que ficou responsável. Assim, garante que tudo decorre dentro da normalidade;

8) Deixe que façam a gestão do seu trabalho. Aprenda a confiar, pois uma desconfiança permanente pode colocar em causa boas relações profissionais. Repare que existem pessoas competentes à sua volta;

9) Não leve leituras relacionadas com o trabalho. Usar tablet e portátil aumentam a vontade em aceder ao email e contactar com o trabalho;

10) Relaxe e desfrute das suas férias.

 

 
marco
Marco Martins Bento
(psicólogo clínico e psicoterapeuta)

professor-saiba-como-melhorar-as-suas-aulas-

Professor, está a cuidar da sua voz?

A voz é o instrumento de trabalho dos docentes, profissionais que devem possuir uma resistência vocal elevada para resistirem às exigências comunicativas, acústicas e emocionais da profissão. A rotina de trabalho destes profissionais, associada a um ritmo acelerado e a uma grande responsabilidade, torna-se fatigante, quer física, quer mentalmente e leva ao aparecimento de fatores de stress. Por outro lado, os maus hábitos vocais repetidos são responsáveis pelas queixas vocais, cada vez mais comuns nesta classe profissional, e estas poderão indicar a presença de patologias laríngeas.

As alterações vocais afetam a vida a nível pessoal, social e profissional gerando angústia, ansiedade e afetando a qualidade de vida dos sujeitos. No contexto da promoção da saúde vocal, com o objetivo de melhorar a saúde dos indivíduos através da capacitação dos mesmos, ensinando-os a saber agir, o estudo da qualidade de vida e voz dos docentes torna-se importante, tal como a intervenção e a consciencialização dos mesmos acerca da importância da voz.

Desta forma considero bastante importante e pertinente a divulgação do guia “Bem-estar vocal: uma nova perspectiva de cuidar da voz”, um material inicialmente desenvolvido em português brasileiro e agora adaptado ao português europeu.

Este guia faz parte de uma das ações do Programa de Saúde Vocal do SinproSP, que há vários anos tem como objetivo reduzir o risco vocal dos professores, e esclarece aspetos importantes sobre a produção vocal, relação do corpo com a voz e da voz com o ambiente, em linguagem simples e afetiva.

O material está disponível on-line:
http://www.spzn.pt/uploads/documentos/documento_1496782869_3785.pdf

Boas leituras!

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)

romance-1822585_1920

5 dicas para melhorar as relações.

Esta semana falemos apenas de coisas boas:

As 5 melhores dicas para ser bem-sucedido nas relações.

Se existe algo complexo no nosso quotidiano, as relações são, indubitavelmente, uma delas.
Na verdade, é muito difícil não estar em relação! Relacionamo-nos com a família, com colegas de trabalho, com os vizinhos, com amigos, até com o senhor do talho ou a menina da mercearia.
É importante não esquecer que os relacionamentos não são apenas os vínculos que se estabelecem numa relação amorosa; eles (os relacionamentos) são uma extensão de nós próprios enquanto seres sociais (pois não podemos viver debaixo de uma pedra ou enredomados!).
Assim, se estivermos conscientes de que as múltiplas relações estabelecidas contribuem, decisivamente, para processos internos como a autoestima, autoconfiança ou autoconceito em geral, mais fácil será desenvolvermos esforços no sentido de melhorarmos o modo como nos relacionamos com os demais.

1. Seja flexível e permita-se mudar, de vez enquanto!
”Eu sou como sou! Quem gosta, gosta, quem não gosta, deixa na borda do prato!”
Quantas vezes já ouvimos isto? Muitas, de certo! Esta é uma das crenças mais limitantes das relações: acreditar-se que o modo como os outros nos olham é pouco importante e que, qualquer pessoa nos vai aceitar com todas as nossas caraterísticas; mesmo que algumas delas sejam difíceis de suportar.
Bem, na realidade, as relações são recíprocas continuamente (ou pelo menos devem ser). Ninguém pode exigir de nós algo sem que esteja disposta também a dar. Este é um ponto fundamental. Todos nós temos aspetos que podemos mudar, melhorar, flexibilizar, sem que isso magoe os nossos valores e princípios. As relações agradecem e nós também!

2. Seja ponderado e escute os outros
Muitos problemas nas relações advêm de lapsos na comunicação. É imprescindível estar disponível para escutar o que nos querem dizer, mesmo que nas entrelinhas. Comportamentos intempestivos e pouco refletidos também tendem a afastar as pessoas ao nosso redor, por isso aja mais com a razão.

3. Não queira ser o guru das relações
Custa a acreditar que se consigam manter demasiadas relações e todas elas com laços bastante positivos. Você não consegue multiplicar-se e relacionar-se em íntimo com todas as pessoas. Reconheça que apenas algumas pessoas poderão ser suas amigas, as restantes serão conhecidas, colegas, ….
Se partir deste pressuposto, estará mais consciente a ter atitudes adequadas com os diferentes intervenientes: com amigos as partilhas serão mais íntimas, com conhecidos mais superficiais, com colegas de trabalho serão mais voltadas para as questões laborais. Querer manter relações simétricas com todos pode levar a papéis difusos e confusos!

4. Valorize o não verbal
Já se costuma dizer: há imagens que valem mais que mil palavras.
Nas relações também isso acontece. Esteja mais atento ao comportamento não verbal: um olhar, um frangir de testa, um encolher de ombros podem ser reveladores e fornecem dicas importantes para adequarmos o nosso discursos e expetativa.

5. Faça um esforço por compreender os outros
Não precisa “vestir a pele” dos outros a todo o momento, mas é importante que vá tentando colocar-se no lugar do outro. Quando promovemos algo que se chama empatia (a capacidade para compreender o que o outro está a sentir) asseguramos que a nossa postura é mais sintónica com quem nos relacionamos. E em boa verdade, ninguém gosta de sentir que está a falar para o “boneco”.

Desejamos votos de boas relações!
marco
Marco Martins Bento
(psicólogo clínico e psicoterapeuta)