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Professor, está a cuidar da sua voz?

A voz é o instrumento de trabalho dos docentes, profissionais que devem possuir uma resistência vocal elevada para resistirem às exigências comunicativas, acústicas e emocionais da profissão. A rotina de trabalho destes profissionais, associada a um ritmo acelerado e a uma grande responsabilidade, torna-se fatigante, quer física, quer mentalmente e leva ao aparecimento de fatores de stress. Por outro lado, os maus hábitos vocais repetidos são responsáveis pelas queixas vocais, cada vez mais comuns nesta classe profissional, e estas poderão indicar a presença de patologias laríngeas.

As alterações vocais afetam a vida a nível pessoal, social e profissional gerando angústia, ansiedade e afetando a qualidade de vida dos sujeitos. No contexto da promoção da saúde vocal, com o objetivo de melhorar a saúde dos indivíduos através da capacitação dos mesmos, ensinando-os a saber agir, o estudo da qualidade de vida e voz dos docentes torna-se importante, tal como a intervenção e a consciencialização dos mesmos acerca da importância da voz.

Desta forma considero bastante importante e pertinente a divulgação do guia “Bem-estar vocal: uma nova perspectiva de cuidar da voz”, um material inicialmente desenvolvido em português brasileiro e agora adaptado ao português europeu.

Este guia faz parte de uma das ações do Programa de Saúde Vocal do SinproSP, que há vários anos tem como objetivo reduzir o risco vocal dos professores, e esclarece aspetos importantes sobre a produção vocal, relação do corpo com a voz e da voz com o ambiente, em linguagem simples e afetiva.

O material está disponível on-line:
http://www.spzn.pt/uploads/documentos/documento_1496782869_3785.pdf

Boas leituras!

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)

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5 dicas para melhorar as relações.

Esta semana falemos apenas de coisas boas:

As 5 melhores dicas para ser bem-sucedido nas relações.

Se existe algo complexo no nosso quotidiano, as relações são, indubitavelmente, uma delas.
Na verdade, é muito difícil não estar em relação! Relacionamo-nos com a família, com colegas de trabalho, com os vizinhos, com amigos, até com o senhor do talho ou a menina da mercearia.
É importante não esquecer que os relacionamentos não são apenas os vínculos que se estabelecem numa relação amorosa; eles (os relacionamentos) são uma extensão de nós próprios enquanto seres sociais (pois não podemos viver debaixo de uma pedra ou enredomados!).
Assim, se estivermos conscientes de que as múltiplas relações estabelecidas contribuem, decisivamente, para processos internos como a autoestima, autoconfiança ou autoconceito em geral, mais fácil será desenvolvermos esforços no sentido de melhorarmos o modo como nos relacionamos com os demais.

1. Seja flexível e permita-se mudar, de vez enquanto!
”Eu sou como sou! Quem gosta, gosta, quem não gosta, deixa na borda do prato!”
Quantas vezes já ouvimos isto? Muitas, de certo! Esta é uma das crenças mais limitantes das relações: acreditar-se que o modo como os outros nos olham é pouco importante e que, qualquer pessoa nos vai aceitar com todas as nossas caraterísticas; mesmo que algumas delas sejam difíceis de suportar.
Bem, na realidade, as relações são recíprocas continuamente (ou pelo menos devem ser). Ninguém pode exigir de nós algo sem que esteja disposta também a dar. Este é um ponto fundamental. Todos nós temos aspetos que podemos mudar, melhorar, flexibilizar, sem que isso magoe os nossos valores e princípios. As relações agradecem e nós também!

2. Seja ponderado e escute os outros
Muitos problemas nas relações advêm de lapsos na comunicação. É imprescindível estar disponível para escutar o que nos querem dizer, mesmo que nas entrelinhas. Comportamentos intempestivos e pouco refletidos também tendem a afastar as pessoas ao nosso redor, por isso aja mais com a razão.

3. Não queira ser o guru das relações
Custa a acreditar que se consigam manter demasiadas relações e todas elas com laços bastante positivos. Você não consegue multiplicar-se e relacionar-se em íntimo com todas as pessoas. Reconheça que apenas algumas pessoas poderão ser suas amigas, as restantes serão conhecidas, colegas, ….
Se partir deste pressuposto, estará mais consciente a ter atitudes adequadas com os diferentes intervenientes: com amigos as partilhas serão mais íntimas, com conhecidos mais superficiais, com colegas de trabalho serão mais voltadas para as questões laborais. Querer manter relações simétricas com todos pode levar a papéis difusos e confusos!

4. Valorize o não verbal
Já se costuma dizer: há imagens que valem mais que mil palavras.
Nas relações também isso acontece. Esteja mais atento ao comportamento não verbal: um olhar, um frangir de testa, um encolher de ombros podem ser reveladores e fornecem dicas importantes para adequarmos o nosso discursos e expetativa.

5. Faça um esforço por compreender os outros
Não precisa “vestir a pele” dos outros a todo o momento, mas é importante que vá tentando colocar-se no lugar do outro. Quando promovemos algo que se chama empatia (a capacidade para compreender o que o outro está a sentir) asseguramos que a nossa postura é mais sintónica com quem nos relacionamos. E em boa verdade, ninguém gosta de sentir que está a falar para o “boneco”.

Desejamos votos de boas relações!
marco
Marco Martins Bento
(psicólogo clínico e psicoterapeuta)

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“Lua Rosa” ou ” Mini-Lua” – Encerrar ciclos e iniciar novas etapas para Viver melhor.

Encerrar ciclos e iniciar novas etapas faz parte do desenvolvimento de qualquer ser humano. Costumeiramente isso ocorre na vida de qualquer um. Entre ganhos, perdas e lutos rotineiros, a vida é vivida. Vivida em detalhes inimagináveis.

Encerrar ciclos nada mais é do que fechar portas e terminar capítulos dos fatos ocorridos e tentar elaborar estes. Elaborar no sentido de entender, compreender e analisar tudo o que foi vivenciado.

No entanto, quando encerramos ciclos, logo temos a tarefa de iniciar novas etapas para formação de um “novo ciclo”. E, muitas vezes, o novo nos remete ao medo e insegurança. Para tanto, é necessário deixar de lado aquilo que não se encaixa mais em sua vida, o que não lhe traz significado. Nada mais do que deixar de ser quem era e recomeçar novamente – e isso não é nenhuma tarefa rápida e fácil.

Hoje no céu , veremos um tipo especial de lua cheia que acontece apenas uma vez por ano: a Minilua, ou a lua Rosa. Uma lei cheia que aparece em tamanho um pouco menor do que o habitual.

Ela é chamada de Lua Rosa e indica um ponto de mudança envolvendo seus relacionamentos ou finanças. E continua com esse processo de transformação nas próximas duas semanas. Esta é uma lua cheia para transformar e curar a dores emocionais, corações partidos, lares destruídos e dívidas financeiras acumuladas.

Então nada melhor do que você usar sua força emocional e intuição para superar quaisquer desafios. A consciência subconsciente permite um olhar imparcial e equilibrado em seus relacionamentos pessoais. Você verá claramente qualquer dinâmica do relacionamento ou sentimentos negativos que causam desarmonia.

E acredite encerrar ciclos é muito importante, pois nos dá chances de experimentarmos novos rumos e aprendermos novas lições, assim como vivermos mais intensamente a vida, crescendo e amadurecendo. Muitas pessoas não têm coragem de enfrentar as consequências do fim de um casamento, de uma amizade, de um emprego. Mas, a vida nos convida, a todo instante, à tomada de decisões importantes, e para isso devemos estar presentes de corpo e alma nas situações que nos afetam diretamente.

 

Mudar para viver melhor

Mudar o jeito de ser não é se tornar outra pessoa, mas reencontrar-se a cada momento, se permitindo fazer e desfazer, experimentando de diversas formas até se sentir confortável, temporariamente por certo, pois nada é definitivo.

Podemos deixar que a vida nos surpreenda de um modo muito mais fascinante, nos proporcionando momentos e oportunidades que nem imaginávamos, se nos deixarmos conduzir pela vida num estilo flexível, cíclico, cuidando para não deixar elos perdidos. Mas, receber as dádivas da vida é algo ainda muito difícil para nós, pois não sabemos nos abrir para receber nada que venha em nossa direção de forma surpreendente, preferimos dizer que “não precisamos de nada e de ninguém”, e fugir, nessas ocasiões, é a atitude mais comum.

A reflexão é necessária para sabermos quando uma etapa chegou ao final. Sem reflexão podemos passar muito tempo apenas lamentando as perdas e nos perguntando por que as coisas aconteceram deste ou daquele jeito.

E Iniciar uma nova etapa nada mais é que “desenhar” novos caminhos pintar e colorir novas “telas” e dar significado para tais.

Aproveite, pois o momento é excelente para começar a praticar meditação, reiki ou alguma atividade que proporcione conforto e estabilidade. Procure algo que o ajude nessas mudanças.

E seja feliz

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Suzana Soares

Terapeuta Mestre de Reiki, Tarôt Terapêutico e Hipnoterapeuta de Regressão

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Programa de Hidratação – Reeducação Vocal

Se não existirem problemas de saúde que o justifiquem, o grau de hidratação corporal pode estar relacionado com os hábitos de vida, com a qualidade do meio ambiente e com a atividade desenvolvida no dia-a-dia.

Para a diminuição do risco de desidratação sugere-se que evite:

  • A permanência em locais poluídos e mal arejados. Os fungos e os bolores podem ser agressivos para as mucosas, favorecendo a hipótese de laringite. A exposição a tabaco ou a outros poluentes provoca, também, a diminuição da mobilidade ciliar do nariz e dos seios, promovendo o desenvolvimento de sinusite;
  • O consumo de bebidas com cafeína e álcool porque, além de atuarem como diuréticos, produzem um efeito excitante, resultando em alterações neurovegetativas. Para além disso, o álcool cria irritação da mucosa faríngea e é um fator de risco no cancro da laringe. Em grande quantidade altera, também, a precisão articulatória, habitualmente designada por “fala empastada”;
  • Evitar as bebidas gaseificadas, principalmente em situações de queixas gastroesofágicas;
  • O consumo de comidas demasiado condimentadas e gordurosas pois, para além da desidratação, podem provocar perturbações gástricas como a azia. Os alimentos gordos e proteicos demoram pelo menos 3 a 4 horas a serem digeridos, ao contrário dos hidrocarbonatos. A concentração normal de glucose no sangue é essencial para uma atividade energética forte, como é o caso de falar sem parar durante pelo menos uma hora para um grande grupo;
  • Pastilhas ou gargarejos com substâncias químicas que contêm álcool porque provocam desidratação e alteram, consequentemente, a saúde das mucosas oral e faríngea;
  • Os barbitúricos e tranquilizantes, uma vez que, para além da desidratação, atuam como depressores do sistema nervoso central.

Se tivermos em atenção estes pontos-chave e os aplicarmos no nosso dia-a-dia, estaremos a contribuir para uma melhoria da nossa saúde vocal.

Bibliografia: Guimarães, I. (2007). A ciência e a arte da voz humana. Alcabideche: ESSA – Escola Superior de Saúde de Alcoitão.

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)

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A “Baleia Azul” e os desafios da adolescência

ATENÇÃO:

CONTÉM IMAGENS REAIS E QUE PODEM FERIR A SUSCETIBILIDADE DOS MAIS SENSÍVEIS

 

Recentemente, vieram a público notícias que relatavam a existência de um “jogo”, entre adolescentes, que rapidamente se estava a espalhar por todo o mundo e que já tinha sido a causa de morte de dezenas de jovens.

Este jogo, designado por “Baleia Azul”, consiste na realização de 50 tarefas, a maioria delas auto lesivas, isto é, provocam dano físico e psicológico em quem as concretiza. Em síntese, vão desde cortes ou feridas em partes do corpo até ao extremo de por em risco a vida, por exemplo, pendurando-se num parapeito da janela a grande altitude ou na estrutura de uma ponte. A tarefa final é o suicídio!

A execução destas atividades é orientada por um “elemento”, habitualmente um outro adolescente ou jovem adulto que, numa posição dominante, avalia o desempenho dos “jogadores”, pune ou elogia e ordena o que deve ser feito a seguir.

 

O que leva os jovens a entrar neste desafio?

Para entrar neste jogo o jovem deve ser convidado, habitualmente através de grupos específicos em fóruns ou redes sociais. Na maior parte dos casos, são os jovens mais frágeis emocionalmente que demonstram maior propensão para entrar no jogo. O elemento dominante, com quem contacta via online, vai descobrindo as fragilidades do “jogador” e mostra-se interessado pelos seus problemas, especialmente questões relacionadas com a adolescência, amizades, namoros ou família e, aos poucos, ganha a sua confiança e apreço, tornando mais fácil com que o “jogador” obedeça cegamente a todas as suas instruções.

A partir do momento em que o jovem entra no jogo pode ser-lhe difícil sair, uma vez que o elemento dominante cria a ilusão de que já conhece a “vítima”, fazendo pressão psicológica e ameaças de retaliação física. Há relatos de falsos vídeos que são mostrados sobre mortes de que abandonou o jogo. Assim, o “jogador” tem medo e sente que se abandonar o jogo e aquela figura de referência estará a dececionar quem confia nele e nas suas capacidades (por exemplo, na sua coragem em realizar as tarefas com êxito). No fundo, participar no jogo é uma forma do jovem, recorrentemente com baixa autoestima e poucas amizades, provar a si próprio, ao elemento dominante e aos outros que é uma pessoa capaz e corajosa.

 

Como evitar ou parar o jogo?

É importante estar alerta a sinais que possam ser indício de que o jovem está a participar no jogo. Esteja particularmente atento a estes aspetos:

1) Feridas e inscrições nas palmas das mãos;

2) Sinais de automutilação (braços, pernas, lábios);

3) Interesse repentino por filmes de terror;

4) Atividades a meio da madrugada;

5) Exposição ao perigo (subir a alturas, debruçar-se, …);

6) Desenhos de baleias;

7) Ficar sem conversar por longos período.

 

Se detetar comportamentos anómalos, sendo alguns deles acima elencados, considere uma conversa franca com o jovem, dando-lhe espaço para que explique o que está a acontecer. Equacione a possibilidade deste negar, por medo. Dê-lhe confiança e segurança de que vai ser ajudado e que nada de mal lhe acontecerá. Pondere recorrer a ajuda psicológica ou colaboração da polícia para alertar o jovem dos riscos que corre.

Estamos aqui para ajudar.

marco.bento@nirvanamed.pt

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Marco Martins Bento
(psicólogo clínico e psicoterapeuta)

 

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Flyer Como Criar Eu

Hipnoterapeuta/Coach António Ribeiro: Como o posso ajudar?

Sou Hipnoterapeuta Coach e Trainer de Inteligência Emocional e há 10 anos que ajudo pessoas a livrarem-se das suas dores emocionais e a construírem um novo caminho que as leva a serem mais Felizes! Nesse sentido, além do trabalho clínico que realizo, desenvolvi o método terapêutico Be Happy Living® by António Ribeiro, uma terapia breve com provas dadas na melhoria do estado emocional, mental, espiritual de centenas de pessoas que já experimentaram este método.

Utilizo ferramentas terapêuticas que possibilitam compreender o passado e o que é preciso fazer, AGORA, para que o seu futuro seja mais feliz e aprenda a viver no momento presente, guiando a sua vida com excelência.Tratam-se de programas terapêuticos desenvolvidos sob medida e com resultados realmente extraordinários.

Quem sabe se não é HOJE o dia para iniciar a grande mudança na sua vida, e finalmente sentir-se grato pelos êxitos conseguidos. Esta pode ser a oportunidade de fazer as pazes com o seu passado e construir uma vida realmente equilibrada, sem culpa, sem ansiedade, sem medos e desculpas do motivo pelo qual não consegue ser feliz!

Vamos conversar e compreender o seu momento atual par definirmos um “Plano” para o momento desejado e juntos construirmos uma ponte que o levará de um momento ao outro!

Ser feliz é sem nenhuma dúvida uma decisão!

Ser Feliz vivendo diariamente Inspirado!

Quantas vidas podemos obter neste mundo? A resposta é, UMA! Este é um dos factos da vida: não podemos adicionar mais tempo do que o que temos. No entanto, nós podemos fazer com que a maior parte do tempo que temos nos possa trazer felicidade!

Milhões de pessoas passam a vida a procurar a Felicidade, quando na verdade a Felicidade está bem na sua frente. Encontrar a alegria nas pequenas coisas pode parecer um tanto banal, às vezes, mas a verdadeira felicidade não é um lugar ou um tempo, mas um estado de ser. Se não pode, ou não sabe, apreciar as pequenas coisas, então ainda tem que encontrar a felicidade. O método que desenvolvi, Be Happy Living® by António Ribeiro, surgiu com esse intuito, ajudar as pessoas a focar no momento presente e a descobrir a felicidade nas pequenas coisas da vida.
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António Ribeiro

Fundador da NirvanaMED, Hipnoterapeuta e Life & Mental Coach

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Be Happy Living® by António Ribeiro

Método Terapêutico Exclusivo

É um método terapêutico, criado, desenvolvido e registado, pelo Hipnoterapeuta António Ribeiro, para ajudar as pessoas que queiram não só melhorar a Saúde e Bem-Estar, Mental, Emocional, Espiritual e Sentimental, mas sobretudo, numa atitude de prevenção, evitarem certos comportamentos que as tornam infelizes. Por outro lado, podem aprender a como lidar com as adversidades da vida de uma maneira mais harmoniosa, mais saudável, com maior motivação e performance profissional, familiar e social.

Este método ajudou já centenas de pessoas a mudar as suas vidas e serem maquis felizes!

É uma terapia breve, composta por 10 sessões programadas. Nela são utilizadas técnicas simples, selecionadas da Hipnose Clínica, Psicologia Positiva, PNL, Life & Mental Coaching, Mindfulness, Inteligência Emocional e Controlo Mental.

O Be Happy Living® by António Ribeiro parte do princípio que a pessoa, depois de resgatar as suas “feridas” emocionais e ao descobrir o melhor de si mesmo, inicia um caminho de aprendizagem interior e foco mental que lhe possibilita descobrir todo o seu potencial e optimizar recursos para ultrapassar as suas dificuldades. Para além das sessões programadas, como este é um método integrativo, em certos casos podem articular-se sessões com outras abordagens clínicas, nomeadamente Nutrição, Terapia da Fala e Psicologia, servindo para uma melhor Autoestima e realização pessoal.

A terapia pode igualmente ser aplicada a grupos ou pequenas empresas e comunidades locais, passando a chamar-se de “Oficina Be Happy”. Nesta vertente, vamos encontrar as mesmas sessões programadas, seguindo um protocolo idêntico, mas mais intensivo no “Treino de Inteligência Emocional”, e de acordo com as necessidades identificadas. Em última análise, pretende-se atingir de forma direta o grupo, empresa ou a comunidade onde cada um se integra, contribuindo para a realização do que designamos de… Be Happy Living!…

Quer saber mais do Be Happy Living® by António Ribeiro?
Estou aqui para o ajudar a esclarecer:
antonio.ribeiro@nirvanamed.pt

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António Ribeiro

Fundador da NirvanaMED, Hipnoterapeuta e Life & Mental Coach

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Afasia… o que é?

A Afasia pode ser descrita como sendo uma alteração da linguagem resultante de uma lesão cerebral, localizada nas estruturas que se encontram envolvidas no processamento da linguagem e que se traduz na perda total ou parcial da capacidade para compreender e/ou produzir linguagem, reconhecer/identificar figuras e objetos, podendo ainda surgir défices ao nível do cálculo.
Os acidentes vasculares cerebrais constituem a principal causa da Afasia, no entanto, existem outros motivos, nomeadamente: os traumatismos craneoencefálicos; a cirurgia cerebral; as infeções; os tumores cerebrais; as doenças degenerativas e a exposição a agentes neurotóxicos.
Considerando os sintomas linguísticos bem como as áreas corticais envolvidas na lesão, existem diferentes tipos de Afasia que se podem refletir em diversos níveis, causando uma variedade de alterações físicas, cognitivas, emocionais e comportamentais. Estas alterações incluem a atenção, a concentração, a memória, a velocidade de processamento das informações, as habilidades comunicativas (linguagem e fala) e as alterações de comportamento e emocionais.
O fraco desempenho comunicativo dos indivíduos com Afasia limita a sua participação na vida familiar, profissional e social acabando por afetar não só o próprio indivíduo, como também os que com ele lidam.
A intervenção em Terapia da Fala visa manter a atividade verbal do paciente, aumentar o nível de dificuldade no treino e reaprendizagem da linguagem, fornecer estratégias para o sucesso da comunicação e encorajá-lo a continuar a reabilitação no seu dia-a-dia. Um passo importante na reabilitação é o treino dos familiares a fim de maximizar a comunicação.
Atualmente o Terapeuta da Fala faz parte da equipa multidisciplinar que acompanha o paciente com diagnóstico de Afasia e tem um papel crucial na sua reabilitação.
Para mais informações, contacte-nos: Clínica NirvanaMED, uma equipa ao seu dispor.

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)

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Páscoa mais Saudável

A Páscoa é uma comemoração religiosa que celebra a ressurreição de Jesus, após três dias da Sua crucificação no Calvário conforme o Novo Testamento.

Ao significado religioso, junta-se o coelho, símbolo de fertilidade e perpetuidade da vida e o ovo associado á vida e ao nascimento. Os ovos de Páscoa são uma tradição milenar, em que ovos ocos de galinha eram pintados com cores “vivas” e “alegres”, hoje em dia o costume consiste na troca de ovos, não de galinha, mas de chocolate.

Este é um dia de festa, união e tradição, em que se reúnem as famílias a volta da mesa e se degustam os pratos típicos da época: cabrito, cordeiro, folares doces e salgados, amêndoas, pão de ló entre muitas outras iguarias.

É importante realçar que devemos conciliar o prazer a mesa e as calorias. Ficam aqui algumas sugestões para uma Páscoa mais Saudável:

  • Inicie a refeição com sopa de hortícolas. Esta inibe o consumo inicial de aperitivos;
  • Siga a tradição familiar no prato principal, optando por métodos de confeção saudáveis e acompanhando com salada ou legumes;
  • Faça os doces tradicionais em casa, e reduza a quantidade de açúcar e gordura das receitas;
  • Opte por amêndoas sem sal e excesso de açúcar;
  • Evite comprar ou fazer doces em excesso.
  • Consuma doces no final da refeição, após a fruta fresca;
  • Evite “petiscar” doces e amêndoas ao longo do dia de forma isolada – previne picos de glicemia;
  • Faça exercício físico com a sua família.
  • Traga de volta a tradição, pinte ovos ocos (pode aproveitar o interior para a preparação de doces tradicionais) com as crianças, depois espalhe pela casa/jardim, e faça uma caça aos ovos;
  • Volte a alimentação normal no dia seguinte.

Tenha um Páscoa feliz e… mais Saudável!
marco
Daniela Patrícia Oliveira Ferreira
(Nutricionista, C.P.2881N.)

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Isso são coisas da tua cabeça!

A doença mental é, a par da doença física, reconhecida desde há muito como entidade diagnóstica com relevância clínica pela interferência que provoca na vida de quem dela sofre.

Os estudos mais recentes indicam um aumento das perturbações mentais, sobretudo a depressão e ansiedade.

De uma forma clara, as exigências do quotidiano têm conduzido as pessoas a enfrentarem as dificuldades que se lhes afiguram como complexas e difíceis de ultrapassar. A noção de que perante um obstáculo não se possuem os recursos necessários para a sua resolução coloca o indivíduo numa situação de vulnerabilidade, aumentando o risco para o aparecimento de medos e ansiedades exageradas, traumas e sentimentos depressivos.

Durante muito tempo estes estados emocionais foram desvalorizados, mesmo por terapeutas e clínicos. Hoje, é consensual para quem trabalha em saúde que as perturbações descritas podem ser graves, provocam sofrimento e debelam a vida de quem delas padece.

Apesar da mudança de paradigma, ainda há quem menospreze estas condições: “isso passa!”; “isso são coisas da tua cabeça!”; “não penses nisso!”.

Mas será que temos essa atitude perante uma pessoa com doença oncológica? “isso passa!”; “está tudo na tua cabeça!”… Então porque ainda há quem julgue o sofrimento associado à doença mental menos válido?

Se conhece quem vive nesta realidade, não julgue, não questione ou ponha em causa o sofrimento. Mostre compreensão, escute e apoie.

marco
Marco Martins Bento
(psicólogo clínico e psicoterapeuta)