Prepare a nova época desportiva… Acelere a fundo com a nutrição!

O exercício realizado a altas temperaturas, tal como o desporto automóvel, provoca diversas alterações fisiológicas na dinâmica do corpo humano, incluindo alterações na circulação sanguínea, na termorregulação e no sistema endócrino.

A tentativa de suportar o exercício físico em ambiente quente pode sobrecarregar a capacidade do organismo para responder adequadamente ao stress imposto, resultando em hipertermia, desidratação, baixa no rendimento físico e mental e doenças provocadas pelo calor que podem mesmo vir a ser fatais.

A hipertermia, tem sido proposta como fator de aceleração do desenvolvimento da fadiga central durante o exercício, resultando numa redução na ativação muscular máxima, alteração da atividade cerebral e aumento da perceção de esforço.

A intervenção nutricional, é de extrema importância para os pilotos na sua preparação para a corrida, tendo como objetivo primordial, fornecer hidratos de carbono, um volume de líquidos adequado, para que a possam executar com um nível ideal de performance e para repor líquidos perdidos, bem como os níveis de glicogénio muscular perdidos.

Tendo em conta as necessidades que este desporto exige, os dois principais objetivos são combater a desidratação e o cansaço físico. Para isso é efetuado um plano de tratamento que se aplique antes, durante e depois da prova.

 

Prepare a nova época desportiva… Acelere a fundo com a nutrição! Saiba como marcando uma consulta com o nosso nutricionista.

Créditos Fotografia: SKODA Motorsport

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Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)

Pedale nutrido, redefina os seus LIMITES!

Por tratar-se de uma modalidade desportiva onde os treinos e provas apresentam longas durações e percursos de variados graus de dificuldade e intensidade, o ciclismo é considerado um desporto de grande exigência física e nutricional.

O desgaste energético e de hidratação são condições comuns na prática, que tem a nutrição como uma grande aliada.

Alguns ciclistas, devido a características genéticas, têm melhor desempenho em subidas duras e longas, enquanto outros têm uma grande performance em plano, durante longos períodos de tempo. Existem ainda os atletas superpotentes em chegadas explosivas que não duram mais que 30 segundos, os chamados sprintistas ou velocistas.

No que diz respeito à nutrição, o desempenho em provas e treinos depende de uma hidratação adequada e ingestão correta de hidratos de carbono. A desidratação severa pode diminuir o desempenho, e o vento pode reduzir a perceção do suor pelo corpo durante a atividade.

A ingestão de líquidos e alimentos dependerá da intensidade do esforço e condições de temperatura ambiente.

É importante que sejam garantidas as necessidades energéticas e hídricas desde o início do treino, antes que a hipoglicemia ou desidratação já estejam instaladas e reduzam o rendimento nos momentos finais da prova ou treino.

 

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Rúben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)

A presença da Filosofia no nosso quotidiano

Tem ideia de quantas vezes já ouvi questionarem a Filosofia e a sua importância ou finalidade?

Durante séculos a Filosofia era considerada a doutrina. Cabia aos filósofos serem os conselheiros de grandes personalidades da nossa história.
Com o desenvolvimento, a desagregação dos próprios teóricos e outros interesses, começaram a impor-se e a tirar o lugar ao autoconhecimento.

A Filosofia, em suma, seria a busca pela Felicidade. Atualmente, tomamos o caminho para a felicidade por outras vias. Deixamos de nos esforçar, de querer quebrar barreiras. O pensamento deixou de ser crítico para ser reativo. A reflexão perdeu a força e deu lugar à satisfação em massa. Tornou-se difícil saber argumentar, mudar pensamentos e comportamentos para saber agir perante a informação que transborda, deixando de parte a autosatisfação do indivíduo.

Pensar é o que nos define. Está presente no meu e no seu quotidiano.
Não há dia em que não sejamos colocados à prova, obrigados a pensar, refletir e julgar diversas situações de um número de acontecimentos.

A Filosofia surge agora numa reviravolta.
Tornou-se preocupante – grave mesmo – constatar que as nossas crianças, jovens e jovens-adultos não sabem pensar. É cruel admitir, mas é a constatação de um facto que resulta da automatização de tudo o que existe nas suas vidas desde a infância: desde os brinquedos, que surgem digitais, intuitivos, pouco exigindo dos utilizadores; ao acesso à informação rápida e desprovida de qualquer filtro (já não se fazem grandes pesquisas e tão pouco se procuram grandes respostas, mesmo que as encontradas pareçam dúbias),
Estes, quando confrontados com questões que requerem um pensamento mais crítico, alguma reflexão e poder argumentativo, ficam bloqueados.
Esta é uma problemática que não afeta os indivíduos apenas no preciso momento, mas sim em todo o momento das suas vidas.

Acredito no crescimento e desenvolvimento da Filosofia no quotidiano de todos nós. Desde o interesse de incutir a Filosofia nas escolas, junto das nossas crianças, à realização de encontros e cafés filosóficos abertos ao público, para debates de temas que nos representam, que representam a nossa sociedade.
Ao Aconselhamento Filosófico que visa agora proporcionar um acompanhamento individualizado a quem procura orientação sobre as mais variadas questões / problemáticas.

Acredito que os Conselheiros estão a voltar.

 

 

Artigo de opinião por
Catarina Arouca
Licenciada em Filosofia
Mestre em Sociologia
catarina.arouca@nirvanamed.pt

Birras?! Socorro!

Lidar com uma birra pode não ser fácil.

Para a criança, a frustração de querer algo que não obtém; para os pais, a vergonha em não saber como controlar uma birra em público.

Em casa? O mesmo dilema: a birra perturba a relação entre a criança e os pais e também entre o casal (um cede à birra e o outro não!).

Este pode parecer um cenário muito negativo, mas retrata o que mais acontece, em privado e em público, com os pais que procuram a nossa ajuda.

Um progenitor acha que é importante não fazer “as vontades” da criança; o outro, desesperado, julga que o melhor é não contrariar para que a criança se acalme, evitando o prolongar da birra.

Em família, os avós dizem uma coisa, os tios dizem outra… Os pais ficam confusos e perdem algum discernimento para gerir um comportamento que não se deseja com regularidade: a birra da criança.

Uma coisa é certa: fazer birras faz parte do desenvolvimento. Em algum momento, com maior ou menor intensidade ou frequência, a criança reagirá com uma birra. Como tal, importa não agir por impulso, conhecer como lidar de modo positivo com esse comportamento e, sobretudo, ensinar à criança formas mais adequadas para comunicar desejos ou expressar desagrado ou frustrações.

No próximo workshop “Birras da Criança” iremos partilhar, de forma prática, simples e concreta, dicas úteis para que pais e educadores possam controlam as birras, demonstrando afeto positivo e modelando o comportamento da criança.

Se não puder estar presente saiba que, nas consultas de psicologia pediátrica, encontra apoio especializado para lidar com as birras.

Para uma birra é apenas uma birra e não tem que ser “um bicho de sete cabeças”.

 

Um abraço (sem birras!),

marco
Marco Martins Bento
(psicólogo clínico e psicoterapeuta)

Para que serve a Hipnose Clínica?

Está cada vez mais divulgada e acessível, mas a hipnose ainda é frequentemente vista nos dias de hoje como algo espetacular, mágico, perigoso até, com base na convicção de que a pessoa fica adormecida, inconsciente, à mercê da vontade do hipnotizador.
Ainda com muitas ideias erróneas e mitos associadas, a hipnose não é mais do que um estado alterado da consciência ou percepção, derivado do afunilamento da atenção – transe hipnótico – frequentemente (mas não necessariamente) com base num profundo e agradável relaxamento.
Reconhece aquela sensação de estar tão absorvido no que está a fazer que parece que tudo à volta “desapareceu”? Naturalmente, no nosso dia-a-dia são vários os momentos em que todos nós experienciamos algum tipo de estado ou transe hipnótico em que permitimos à nossa mente vaguear ou “sonhar-acordada”.
Ficamos interiormente concentrados de tal forma que nos “desligamos” do que se passa no exterior: é o caso da condução em autoestrada, sem que tenhamos consciência do percurso realizado “em automático” ou o estar de tal forma absorto num livro ou mesmo em pensamentos, que não nos apercebemos de algo que está a acontecer ao nosso lado ou ainda aquele momento “vai/não vai” pouco antes do adormecer.
A hipnose refere-se a um estado alterado de consciência, que se atinge geralmente através da combinação da imaginação e da concentração da atenção e do desejo de envolvimento, disponibilizando-nos para imaginar determinadas situações e reagir-lhes emocionalmente, mesmo sabendo que não são reais (tal como nos emocionamos com um filme, representado num ecrã, se nos deixarmos envolver na sua história).

Também para vencer fobias

É um fenómeno natural, mas pode ser procurado, induzido, deixando-nos de facto susceptíveis à sugestão do indutor, se tivermos essa disponibilidade.
Em hipnoterapia este estado é induzido com uma finalidade terapêutica, de especial utilidade em modificações comportamentais desejadas, como deixar de fumar, para o controlo de peso, para gestão emocional e controlo da ansiedade, como no caso das fobias e pânico, em situações físicas de mal-estar e doença e controle de sintomas como a dor crónica ou ainda numa perspetiva de desenvolvimento pessoal e de fortalecimento do ego e autoconfiança.
Em ambiente de consultório, num contexto de confiança e confidencialidade, o transe hipnótico é induzido pelo terapeuta, levando a pessoa a uma concentração profunda no que está a ser dito, tornando-a assim recetiva às sugestões, desejadas e previamente acordadas em função do objetivo pretendido, sem no entanto perder o controlo da situação.
Isto pode ser feito com recurso a um conjunto de técnicas disponíveis, que incluem por exemplo a regressão de memória – recordação/revivência de experiências passadas – e a dissociação – que favorece a utilização do consciente enquanto observador objetivo da mente subconsciente.
Mas a sua utilização não está limitada ao gabinete e às sessões agendadas: com a ajuda do terapeuta poderá também aprender a fazer auto-hipnose – entrar sozinho nesse estado e a dar-se a si mesmo sugestões positivas, benéficas e desejáveis para si.

Saiba mais sobre as aplicações e intervenções da Hipnose Clínica
*Deixe de fumar com hipnoterapia
*A hipnose clínica no antienvelhecimento
*Hipnose Clínica e a Auto-Hipnose.
*Hipnoterapia – A cura dentro de nós
*Hipnoterapia. Procurar a cura e combater medos com a ajuda de cavalos.
*O Desligar a dor poder da hipnose
*Hipnose clínica alivia consequências dos tratamentos oncológicos.
*Hipnoterapia na infância.
*A hipnose clínica ajuda (mesmo) a combater a dor.
*Potencialidades terapêuticas da hipnose.
*Hipnose e Regressão: Uma viagem em marcha-atrás.
*Hipnose Terapia de regressão a vidas passadas.
*Regressão a vidas passadas.
*Hipnose e Sofrer de agorafobia.
*Hipnose e Nomofobia.
*Hipnose e o vício do sexo virtual.
*Hipnose e Burnout.
*Hipnose e Compulsão por compras.
*Hipnose e o vício do trabalho.
*Hipnose e o calor e o pânico.
*Hipnose e Ataques de pânico.
*Hipnose e Como lidar com o síndrome de pânico?
*Hipnose e Pânico: Entre o ataque e a perturbação.
*Hipnose e a ansiedade.
*Hipnose e Desrealização: quando a ansiedade nos tira da realidade.
*A Hipnose e Viva o aqui e o agora… agora!
*A Hipnose e as formas de controlar a Ansiedade e o Medo nos nossos dias!
*Hipnose e Mindfulness pode ajudar a prevenir depressão.
*Hipnose para combater o Stress e Ansiedade que potenciam cancro da mama.

Seja Feliz! Tenha a vida que sempre quis!
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António Ribeiro

Fundador da NirvanaMED, Hipnoterapeuta, Life & Mental Coach
antonio.ribeiro@nirvanamed.pt
935 330 914

Comunicação desde a barriga da mãe

Dentro da barriga da mãe, o bebé ouve os sons do mundo e vai reagindo a esses sons mexendo-se e dando pontapés. Começa aqui a querer comunicar e é, através desta comunicação, que inicia a relação de afeto com os pais.

Quando nasce, o bebé já reconhece e discrimina as vozes familiares, os ruídos ou a música de casa, que sempre ouviu quando estava na barriga da mãe. Pode demonstrar preferência pela voz da mãe e, por volta dos 4dias de idade, já será capaz de discriminar expressões emitidas na sua língua materna em detrimento de expressões emitidas numa língua estrangeira. Para além disso, irá interessar-se mais pelos sons falados do que pelos outros sons do ambiente. E irá preferir o maternalês, o uso de vocabulário simples, frases curtas, com articulação clara, mais entoação e expressividade.

É através do choro que comunica e ao qual podem ser dadas várias interpretações: fome, sono, dor, atenção, etc.

Entre o 1 e os 2 meses, o bebé começa a ser mais responsivo, conseguindo exprimir-se através de risos, guinchos ou sons guturais. Exprime o seu bem-estar, a sua satisfação, o gosto de estar em companhia dos outros.

Por volta dos 4 meses começa o palreio, os sorrisos, a mímica, o contacto ocular, a proximidade física, as diferenças de frequência e intensidade, ainda que com pouco conteúdo linguístico.

Nesta fase, o bebé já percebe a diferença entre ser chamado com uma voz suava ou ríspida, entre a mãe ter um sorriso aberto ou uma cara séria. Quando reconhece isso, responde com um sorriso, mexe as mãos ou faz birra.

Entre os 4 e os 8 meses começa a descoberta da boca: bolas de saliva, vibrar os lábios ou fazer “clics” na garganta. É capaz de repetir sons, sílabas, que a mãe ou o pai lhe dizem e anima-se perante um brinquedo, parecendo conversar com ele.

Aos 8 meses o bebé já adquiriu todas as competências básicas necessárias à comunicação, interação e estabelecimento de um diálogo.

Da comunicação vocal o bebé passa para a comunicação verbal ou linguística. Ou seja, a sua comunicação tem agora uma intenção, um conteúdo e um significado. Aparece o jargão infantil, em que o bebé usa sons, palavras e frases com diferentes frequências, parecendo que fala sozinho numa conversa estrangeira e sem sentido.

Reconhece o seu nome, olhando quando o chamam, reage ao “não” e é capaz de cumprir ordens simples.

A partir dos 12 meses, o bebé começa a dizer as primeiras palavras, sendo as rotinas diárias fundamentais para a sua aprendizagem. Começa a toar atenção aos objetos que o rodeiam dentro de cada espaço e a relacioná-los com uma palavra, objeto, ação ou sentimento.

A primeira palavra é sempre uma grande expectativa para os pais e, normalmente, é o nome de alguém, de algum objeto ou animal que a criança já ouviu muitas vezes e que está de acordo com os seus interesses e rotina diária. Quando a usa tem uma intenção ao fazê-lo e compreende o seu significado. Nem sempre é pronunciada de forma correta mas o essencial é que a criança continue a usar a fala acompanhada de gestos, para poder exprimir exatamente aquilo que pretende.

Sucintamente, todos os bebés passam por uma fase vocal, experimentando várias expressões faciais, mímica e vários sons, ainda sem intenção, e por uma fase verbal, na qual já produzem pequenas sílabas com significado, esperando ter um efeito na outra pessoa. Cada um tem o seu ritmo de desenvolvimento e, por isso, as idades apresentadas correspondem apenas a uma média.

 

A Terapeuta da Fala,

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula Profissional C- 046910174)

Semana da Amamentação (1 a 7 de agosto)

O leite materno é ideal para o crescimento e desenvolvimento do bebé, e possui numerosos benefícios durante os primeiros anos de vida, que perduram por toda a vida.

O leite materno possui as quantidades apropriadas de todos os nutrientes que o bebé precisa.

O leite materno é um alimento vivo, completo e natural que possui a composição nutricional perfeitamente ajustada às necessidades do bebé. Sofre alterações ao longo do tempo, respondendo à crescente exigência de nutrientes que ocorre com o crescimento.

Para além de nutrientes possui outras substâncias com capacidade imunomoduladora, bem como centenas de espécies de bactérias benéficas, tornando o leite materno inimitável.

Considerando-se a fisiologia do lactente, o leite humano possui a proporção e qualidade adequadas de gorduras, hidratos de carbono, proteínas, oligoelementos, eletrólitos e elementos de defesa, proporcionando, assim, vantagens nutricionais e imunológicas que contribuem para a redução da morbimortalidade infantil. Portanto, o aleitamento natural é o modo mais seguro de alimentação do lactente.

Outras das vantagens do leite materno são:

  • O leite materno está sempre fresco, à temperatura ideal, livre de bactérias e pronto para beber;
  • Contém anticorpos que melhoram o sistema imunológico, protegendo o bebé contra infeções;
  • É facilmente digerido;
  • É mais barato.
  • Não tem desperdício;
  • Diminui o risco de cancro de mama;
  • Promove maior ligação entre a mãe e o bebé. O bebé sente-se amado e protegido durante esse período importante da sua vida.

Para a mãe que amamenta pelo seio, as suas necessidades nutricionais são bastante semelhantes àquelas durante a gravidez.

Portanto, mesmo quando se quer perder peso, fazer uma dieta restrita não é recomendável para quem está na fase de amamentação.

Assim, ficam algumas dicas para as mães que amamentam o seu bebé:

  • Selecionar uma grande variedade de alimentos;
  • Beber bastantes líquidos, pelo menos 2 Litros de água (8 a 10 copos por dia), e beber água sempre que estiver com sede, principalmente durante a amamentação;
  • Aumentar para 5 porções por dia do grupo dos lacticínios;
  • Eliminar por completo o consumo de álcool, cafeína e tabaco. Essas substâncias passam para o leite e consequentemente para o bebé;
  • O estômago do bebé quando nasce é muito pequeno (do tamanho de uma bola de ténis de mesa). Por isso ele deve ser alimentado a cada duas ou três horas, em pequenas quantidades.
  • A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que o bebé seja alimentado exclusivamente com o leite materno até os 6 meses de idade, desde que esteja crescendo e desenvolvendo dentro do padrão esperado.
  • A partir dos 6 meses deve-se começar a introduzir novos alimentos, sem necessariamente abandonar a amamentação, que pode se prolongar até os três anos de idade.

Assim depois dos 6 meses, vem o desmame. E o desmame é a transição da amamentação para a alimentação sólida ou semi-sólida, e deve ser feito de maneira gradativa para que o organismo aprenda a receber outros alimentos além do leite materno, amadurecendo o sistema digestivo. É importante que seja feito com cuidado, para que a criança adquira bons hábitos alimentares.

O desmame deve começar pela introdução de papinhas de frutas. As papinhas podem ser oferecidas nos intervalos das mamadas.

 

O tamanho da porção é o bebé que determina, e essa refeição deve ser completada com a mamada, logo em seguida da papa, e não o contrário. Depois de duas a quatro semanas, quando o bebé já tiver se adaptado bem à nova alimentação, podem ser introduzidas as papas salgadas, inicialmente só no almoço, e depois, quando a criança já tiver substituído totalmente a mamada por essa refeição, também no jantar.

Durante o desmame, o leite materno pode substituir a sobremesa, que deve ser introduzida mais tarde, conforme o hábito da família. É muito importante que durante essa fase de adaptação e durante os dois primeiros anos de vida a criança tenha a oportunidade de conhecer a maior variedade de alimentos possível e disponível para a família.

Só assim a criança poderá desenvolver a sua perceção (textura, sabor, odor, cor, temperatura, etc.), as suas preferências e fazer escolhas saudáveis no futuro.

 

 

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Rœben Pinheiro
(Nutricionista, C.P. 3248N.)

A meditação faz a diferença: da Tailândia para o resto do mundo

A dramática história das 13 pessoas presas numa gruta na Tailândia durante 17 dias correu o mundo. Com ela muito se falou sobre o poder da meditação sobretudo em situações em que o nosso corpo e mente são testados até ao limite. O corpo deixa o seu habitat natural e passa a lidar com um nível de desconforto nunca antes vivenciado. Ele quer fugir, mas não pode. A nossa mente apressa-se a querer fugir também e a tendência natural é para permitirmos que isso aconteça e deixarmo-nos levar pelas histórias por ela elaboradas.

É aqui que a meditação faz toda a diferença, na forma como olhamos e organizamos os fenómenos mentais e as emoções que paralelamente vão emergindo. Quando a nossa mente é obrigada a encarar de frente o medo em forma de pânico, a aflição, o desânimo, a solidão e a raiva que crescem no emaranhado novelo de inseguranças acerca de um futuro que não controlamos e não conseguimos prever. A necessidade de controlo, o medo da imprevisibilidade são características muito intrínsecas ao ser humano dos tempos modernos. Raramente nos lembramos que pouco ou nada controlamos, só quando a vida nos dá algumas lições é que nos deparamos com essa realidade.

A importância de trazermos a nossa consciência para o único momento sobre o qual temos algum poder, o momento presente, o aqui e agora. Aprendermos a estar de forma plena e consciente com a experiência direta de cada instante é verdadeiramente um poder com o qual todos nós nascemos mas do qual pouco usufruímos, sobretudo nesta parte ocidental do globo.

A uma velocidade galopante emergem do mundo científico, da medicina e da psicologia, variados estudos que confirmam a capacidade da meditação para transformar o nosso cérebro e a nossa visão acerca de nós próprios e daquilo que nos rodeia. No nosso país são vários os programas aplicados, por exemplo, em escolas que vêm comprovar esta realidade. Os benefícios relatados pelos alunos e professores, não deixam dúvidas: uma prática de meditação sistemática e regular pode ser uma ferramenta poderosíssima na construção de um maior bem-estar interior e faz emergir o que há de melhor em nós enquanto seres humanos.

Com a meditação não deixamos de ser pessoas, não deixamos de ter emoções. Simplesmente aprendemos a ser observadores da nossa própria experiência, o que nos permite construir gradualmente um maior distanciamento em relação aos pensamentos e sentimentos. Com a prática de meditação aprendemos a gerir as emoções mais fortes (que habitualmente são categorizadas como positivas e negativas) e a não nos deixarmos consumir por elas (exceto nas situações em que assim o desejamos). Focarmos a nossa atenção naquilo que é real, como a respiração e as sensações corporais, permite-nos tranquilizar a mente muitas vezes envolvida em histórias criadas pelos nossos medos, inseguranças, memórias e incertezas.

Aprendermos a estar connosco, com a nossa essência, na beleza e singularidade de cada instante, é algo inerente a todos nós. Cultivarmos diariamente a capacidade de estarmos presentes irá trazer enormes benefícios em situações de maior stress e aflição. Comece hoje a mudança e deixe-se surpreender pelas diferenças que verá em si próprio.

Joana
Joana Vaz
(Psicóloga Clínica e Instrutora de Mindfulness/Meditação)

Sessão de Reiki – As reações dos pacientes

Quem tem formação em Reiki e já teve o privilégio de “tocar” nos outros, sabe que não existe um “padrão” de reação por parte de cada um dos seus pacientes.

As reações variam de pessoa para pessoa, assim como, podem variar de sessão para sessão e, de canal para canal (transmissor) de Reiki. Geralmente, a maior parte das pessoas relaxa o suficiente para cair no sono, até porque todo o ambiente criado numa sessão de reiki, com música suave e tranquila, a luz ténue das velas ou o agradável cheiro do incenso ou das essências florais ou de frutos, a isso propicia.
Naquele momento e local, naquela sala de tratamento, toda a atenção é focalizada para o bem estar e tranquilidade do paciente.

De facto, existem muitos e variados tipos de reações durante um tratamento de Reiki, até porque cada ser humano é singular e único.
Aliás, durante um tratamento de Reiki pode acontecer que a pessoa não sinta absolutamente nada (acontece, designadamente com pessoas que padeçam de esclerose múltipla), mas também pode suceder, ao invés, que uma pessoa sinta sensações de calor, frio, estremecimentos, entre outras sensações.
Pessoalmente, já assisti a diferentes tipos de reações. Há pessoas inquietas e que têm dificuldade em relaxar; há os que dormem, os que ressonam; os que não dormem mas entram num estado de relaxamento profundo; os que choram, os que riem às gargalhadas, etc.

Relembro uma sessão  de Reiki em que posicionava as minhas mãos no chacra cardíaco e o paciente chorou compulsivamente, libertando uma amálgama, um oceano de emoções teimosamente contidas.
Tal sucede porque o Reiki, nos seus efeitos, atua para além do nível físico, nomeadamente, ao nível emocional e mental, ajudando, pois, a libertar tensões e emoções.
Desta forma, conheço casos de pessoas em que os efeitos de uma sessão de Reiki começaram a sentir-se algumas horas após a sessão, designadamente, com reações a nível fisiológico – necessidade anormal de dormir, uma recorrente vontade de urinar, uma maior atividade das glândulas sudoríparas, aerofagia, entre outros efeitos.
Por outro lado, todos os Reikianos já ouviram falar das chamadas “crises de cura”, que podem ou não acontecer, após uma sessão de Reiki.

Numa situação de “crise de cura”, uma pessoa pode vir a sentir-se, temporariamente, pior ou ver agravados algum dos seus sintomas de doença ou de manifestação de dor. No entanto, esta fase, dura escassas horas e apenas pelo período de tempo necessário ao reequilíbrio energético de cada um.
Certo é que passado esse curto período de tempo a pessoa sentir-se-á inevitavelmente melhor. A sintonização proveniente do reiki traz a quantidade de energia necessária para instalar o canal da cura no momento de sintonização.

O Reiki atua no corpo do paciente de acordo com as suas necessidades específicas e ao fluir através das zonas afetadas, remove os bloqueios e restabelece o fluxo normal da energia vital, curando os órgãos danificados.
Desse modo, o Reiki limpa, reforça e restabelece os circuitos normais da energia, equilibrando e vitalizando o paciente, permitindo que a energia vital circule de novo e desempenhe o seu papel de proteção e nutrição do organismo.
E que dizer do Reiki aplicado a uma criança… é simplesmente sublime e maravilhoso… mas tão maravilhoso!
Ao primeiro contacto com os seus chacras superiores, a sua respiração torna-se mais e mais cadenciada e harmoniosa…e o seu semblante, angelical, expressa um maravilhoso sentimento de serenidade e plenitude…

Como mestre de reiki tenho o compromisso de ensinar o que aprendi com Respeito e Amor. Sou o fluxo condutor da energia mais intensa; sou como um para-raios que vai canalizar a sua energia e tornala mais forte e limpa.
susana
Suzana Soares

Terapeuta Mestre de Reiki, Tarôt Terapêutico e Hipnoterapeuta de Regressão