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Terapia da Fala… vamos brincar?

Brincadeiras nas consultas de Terapia da Fala? Sim, é verdade.

Porquê? Simples. Apesar do Terapeuta da Fala trabalhar com todas as faixas etárias (desde recém-nascidos a idosos), o certo é que as crianças continuam a ser o maior público-alvo desta atividade profissional.

Desta forma e, porque a motivação do utente é um dos segredos para o sucesso terapêutico, brinca-se nas consultas de Terapia da Fala! Mas atenção… não são umas brincadeiras quaisquer!

Todos os jogos e atividades lúdicas desenvolvidas nas consultas respeitam os objetivos terapêuticos delineados, tendo em conta as dificuldades apresentadas pelas crianças.

Quer descobrir como é simples? Ora espreite os exemplos:

  • Dado para trabalhar o som “s” em posição inicial de palavra

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  • Jogo “Quantos Queres?” para trabalhar o som “l” em posição medial de palavra

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  • Imagem para descrição e automatização do som “ch”

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  • Jogo “Restaurante” para trabalhar categorias e elementos

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  • Atividade para trabalhar hábitos vocais saudáveis/prejudiciais para a voz

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Na clínica NirvanaMED, a especialidade de Terapia da Fala dispõe desta vertente mais lúdica.

Ficaram curiosos? Então contacte-nos para saber mais informações!

 
marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)

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Desenvolvimento da Fala

O desenvolvimento da fala das crianças continua a ser a principal preocupação dos pais e o principal motivo pelo qual procuram o Terapeuta da Fala.

Quando ouvimos uma criança de 2 anos a dizer “nã qué” em vez de “não quero”, não nos preocupamos com o fato de não falar bem. Porquê? Será que é por ser pequena que desvalorizamos o fato de falar mal? E se fosse aos 3 anos? Continuaríamos a desvalorizar a situação?

Pois bem, cada caso é um caso e temos de compreender que cada criança tem o seu próprio ritmo de aprendizagem quer seja para começar a caminhar, largar as fraldas ou falar.

No entanto, é importante estarmos cientes de que, por volta dos 3 anos, é esperado que a família bem como as pessoas mais próximas da criança entendam a sua fala e que, aos 4 anos, pessoas estranhas a entendam. Aos 5 anos, deve ser compreendida por estranhos em diferentes contextos e aos 6 anos a criança tem de ter adquiridos todos os sons da fala.

Também é importante referir que as crianças não aprendem a dizer todos os sons corretamente de uma vez, pelo que a sua aprendizagem é gradual ao longo do seu desenvolvimento.

Na tabela abaixo representada, pode consultar o desenvolvimento normal da fala tendo em conta a idade bem como em que faixas etárias os sons constituem sinais de alerta se não estiverem adquiridos.

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Agora lanço um desafio: repare com muita atenção na fala do seu filho e olhe atentamente para esta tabela. Reconhece algum sinal de alerta?

Se a sua resposta é “sim”, então está na altura de procurar um Terapeuta da Fala. Não adie o problema e esclareça as suas dúvidas.

Na Clínica NirvanaMED estou ao seu dispor para o ajudar.

 

A Terapeuta da Fala,

Isabel Neves

 

 

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)

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Disfonia Infantil… o que é?

As alterações de voz na infância interferem de modo negativo no desenvolvimento social ou afetivo-emocional de qualquer criança. A voz é responsável pela competência comunicativa, que depende da modulação do som, ajustes da intensidade, ressonância e do próprio tipo de voz que transmite os aspetos emocionais e possibilita a caracterização da personalidade da criança.

A disfonia infantil é definida como uma perturbação em que a voz das crianças tem o seu papel comunicativo prejudicado, comprometendo a mensagem verbal e emocional.

Estudos efetuados concluem que as disfonias infantis são mais frequentes no sexo masculino, na faixa etária entre os 6 e os 10 anos, destacando-se entre eles os nódulos vocais.

Algumas das crianças com perturbações vocais são caracteristicamente hiperativas, agressivas, falam excessivamente e com intensidade forte.
Quanto à avaliação efetuada em Terapia da Fala, crianças com disfonia apresentam, geralmente, vozes com qualidade rouco-soprada, frequência e intensidade inadequadas, incoordenação pneumofonoarticulatória e tempos máximos de fonação reduzidos. A rouquidão pode estar associada ao uso intenso e inadequado da voz sendo, também, o sintoma mais comum nos casos de disfonia decorrente de mau uso/abuso vocal ou associado a alterações de vias aéreas superiores.

Uma intervenção eficaz em Terapia da Fala começa por identificar abusos e maus usos vocais possíveis e, então, diminuir tais comportamentos. Posteriormente são utilizadas técnicas de terapia que os autores denominam de “abordagens de facilitação”. O tipo de abordagem de facilitação escolhida para cada criança varia, pois o que resulta num caso pode ser desajustado noutro. Esta intervenção inclui, portanto, terapia comportamental e terapia de voz.
Venha até à Clínica NirvanaMED e esclareça as suas dúvidas. Estamos aos seu dispor para o ajudar!

A Terapeuta da Fala,
Isabel Neves

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)

autismo

Autismo

A Perturbação do Espetro do Autismo (PEA) inclui-se no grupo de Perturbações Globais do Desenvolvimento, caracterizadas por alterações graves, em diversas áreas do desenvolvimento: competências sociais, comunicacionais, comportamentos, interesses e atividades estereotipadas.

Atendendo ao fato das dificuldades de desenvolvimento, manifestadas por crianças com PEA, se deverem também à forma como estas são aceites e compensadas pelo meio ambiente, a inclusão de crianças e jovens com PEA, em meio escolar, requer, por vezes, a prestação de apoios diferenciados e adequados às suas individualidades.

Atualmente existem diversos profissionais a intervir com crianças com PEA que não têm uma linha formal que caracterize o tipo de intervenção utilizada com estas crianças. Entre os tratamentos não farmacológicos, destacam-se alguns pela sua eficácia em termos de intervenção (por exemplo, Floortime ou TEACCH).

A principal área de intervenção em Terapia da Fala está ligada às Perturbações da Comunicação e Linguagem e, dentro da Perturbação do Espetro do Autismo, podemos encontrar crianças com grandes variações nas capacidades linguísticas e comunicativas. Tendo em conta a severidade da perturbação, a criança pode apresentar dificuldades comunicativas (por exemplo, ausência de expressão facial) e alterações linguísticas que vão desde a ausência de fala até ao uso peculiar da mesma.

Na Clínica NirvanaMED temos uma equipa de profissionais disponíveis para o ajudar!

 

A Terapeuta da Fala,

Isabel Neves

 

 

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)

chupeta

Chupeta… até quando e porquê?

A idade ideal para deixar de usar a chupeta é entre os 2 anos e os 2 anos e meio. Quanto mais tempo o hábito permanecer, principalmente depois da erupção dos dentes, maior é o risco de prejudicar o desenvolvimento do seu filho.

A presença de alterações oclusais está associada à duração, frequência e intensidade do uso da chupeta.

Veja 6 motivos par evitar o uso prolongado da chupeta:

  1. Amamentação: as crianças que desmamam precocemente usam a chupeta com maior frequência. A sucção de um bico artificial leva à perda da tonicidade e alteração da postura muscular.
  2. Dentição: Crianças com hábitos de sucção não-nutritiva apresentam 12 vezes mais hipóteses de desenvolver problemas oclusais do que crianças sem hábito.
  3. Postura e tonicidade: Alterações como lábio superior encurtado, lábio inferior flácido e evertido, perda do encerramento labial passivo, bochechas híper ou hipotónicas e língua com pouca tonicidade, ficando baixa e retraída.
  4. Deformações esqueléticas: os ossos da face crescem de forma desarmoniosa. Os ossos nasais sofrem desvios prejudicando a deglutição, mastigação, fala e respiração. A mandíbula não cresce, prejudicando a estética e a fisiologia.
  5. Respiração: Quando a criança inspira pela boca, o sistema respiratório torna-se mais vulnerável a doenças em geral e provoca alterações físicas, do sono, maloclusão e problemas ortodônticos.
  6. Mastigação: a mastigação passa a ser vertical e unilateral, afetando as articulações temporomandibulares e o desenvolvimento das estruturas envolvidas. Desenvolve-se deglutição atípica, com interposição de língua.

Não deixe que o seu filho sofra estas consequências do uso prolongado da chupeta. Na Clínica NirvanaMED temos uma equipa de profissionais disponíveis para o ajudar!

A Terapeuta da Fala,

Isabel Neves

 

 

marco
Isabel Neves
Terapeuta da Fala (Cédula profissional C- 046910174)